- Khaldoon Al Mubarak revelou que Pep Guardiola cogitou deixar o Manchester City em várias ocasiões, mas ficou por meio de conversas que adiaram a despedida.
- Guardiola encerrou o ciclo no City em maio, após conquistar 20 títulos desde sua chegada em 2016, com renovações contratuais ao longo dos anos.
- O presidente disse ter desenvolvido uma relação próxima com o técnico e chegou a atuar como uma espécie de “psicólogo” dele durante a década.
- Ele afirmou que, quando a saída era definitiva, não insistiu e respeitou a decisão de Guardiola, destacando que, desta vez, a convicção foi real.
- O possível substituto citado é Andoni Iraola, e Haaland foi elogiado por sua liderança, carisma e impacto dentro de campo desde a chegada, em 2022.
O presidente do Manchester City, Khaldoon Al Mubarak, revelou detalhes sobre a relação com Pep Guardiola, ao longo dos dez anos em que trabalharam juntos. O técnico deixou o City em maio deste ano, após uma passagem histórica que rendeu 20 títulos ao clube.
Mubarak afirmou que Guardiola cogitou deixar o clube em diversas ocasiões. Conversas entre eles ajudaram a adiar a despedida, mas o dirigente pediu cautela para distinguir desgaste de decisão definitiva.
O mandatário disse ter desenvolvido uma relação próxima com o treinador, chegando a atuar como uma espécie de psicólogo ao longo dos anos. Ele comparou as saídas em períodos distintos a uma história de lobo, onde cada caso exigia avaliação cuidadosa.
Substituto
Segundo Mubarak, Andoni Iraola é visto como provável substituto e terá de manter a cultura vencedora construída pelo City. O presidente destacou que a identidade do clube, fruto de anos de trabalho, deve seguir presente.
Ele lembrou que Guardiola elevou o patamar do City no futebol mundial e que o clube continuará competitivo, mesmo com a mudança na liderança. A transição é acompanhada com foco na continuidade esportiva.
Haaland e a liderança do elenco
Além do treinador, Mubarak elogiou Erling Haaland, que assumiu papel de liderança desde a chegada, em 2022. O dirigente citou a personalidade, o carisma e o impacto do atacante em campo como elementos que fortalecem o grupo.
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