- John Textor abriu uma ação na Justiça da Flórida contra a Eagle Bidco Limited, buscando reconhecimento de que possui 90% das ações da SAF Botafogo.
- O empresário afirma que a venda para a Eagle/Ares não foi concluída por não ter recebido cerca de R$ 150,3 milhões para a transferência das ações.
- Textor já tinha indicado, anteriormente, que a SAF Botafogo indicou a GDA como preferida para comprar as ações, mantendo o tema sob disputa entre ele e a Eagle Bidco.
- Em discurso público, Textor criticou o clube associativo, alegando traição e negociação de ações sem respaldo legal, segundo ele.
- Trechos da ação nos EUA indicam que a Eagle e o BFR teriam se envolvido em negociações com ofertas e informações conflitantes sobre a titularidade das ações, com referência à preferência da SAF em 2025 pela GDA Luma.
John Textor moveu uma ação na Justiça da Flórida contra a Eagle Bidco Limited, nos EUA, buscando reconhecimento de que detém 90% das ações da SAF do Botafogo. O processo é similar ao que já tramita na Justiça do Rio de Janeiro. A informação foi apurada pelo ge.
Na petição, Textor afirma que a venda para a Eagle/Ares não foi concluída porque não houve o pagamento de cerca de R$ 150,3 milhões. O montante seria necessário para efetivar a transferência das ações.
Textor também diz que a SAF Botafogo já indicou a GDA como candidata preferencial para adquirir as ações. Em recente coletiva, o empresário reiterou ser proprietário de 90% do clube, destacando que a disputa de controle envolve apenas ele e a Eagle Bidco.
O americano criticou o clube associativo, acusando-o de traição e de negociar ações que, segundo ele, não lhe pertencem. Para Textor, aliados de interesses de ego tentam retomar o controle sem respaldo legal, ignorando acordos firmados.
Trechos da ação (parafraseados)
- A Eagle e, por vezes, o BFR, teriam reivindicado direitos de domínio sobre as ações e resistido a cessar tais reivindicações.
- A Eagle afirmou planos de vender as ações ao maior ofertante.
- O BFR atuou com a Eagle, sugerindo quem seria o ofertante preferido e possivelmente assinado acordos com compradores.
- Em 2 de junho de 2025, a SAF indicou a GDA Luma como candidata à aquisição, firma com atuação ligada ao Textor.
- Em diversos momentos recentes, a Eagle e o BFR teriam informado à GDA Luma que Textor não seria proprietário das ações, o que contrasta com declarações a terceiros, inclusive a bancos que já creditavam os direitos do Textor.
- Considera-se necessária uma declaração judicial sobre o status de Textor como único proprietário das ações.
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