- A Copa do Mundo começa com quarenta e oito seleções, e o Brasil está na disputa; o país soma vinte e quatro anos sem conquistar o título.
- O ciclo recente teve quatro treinadores, derrota histórica para a Argentina e o pior quinto lugar das Eliminatórias na história.
- A torcida brasileira está desanimada, mas o tema da convocação de Neymar ganhou relevância antes do início da competição.
- Analistas apontam fatores como vexames passados, jogos fora do Brasil e a ausência de partidas importantes no país para explicar o desânimo.
- Ainda assim, há apoio à seleção movido pela tradição, com destaque para o álbum de figurinhas e ações culturais, como pintura de ruas, que permanecem fortes.
O Brasil participa da Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira, 11 de janeiro, com 48 seleções. O torneio, disputado ao longo de um mês, solidifica a presença brasileira, ainda que tenha passado por tempos de baixa empolgação entre torcedores. O país busca o hexacampeonato, título que não chega há 24 anos.
O momento recente é marcado por uma sequência de desafios para a seleção. Quatro técnicos passaram pelo comando, houve uma derrota histórica para a Argentina e a pior colocação brasileira nas Eliminatórias, o quinto lugar, ficou registrada. Esses fatores contribuíram para a queda no entusiasmo dos torcedores.
Dados de pesquisas indicam desânimo crescente desde o começo do ano, o que contrasta com o costume da torcida de acompanhar a seleção com fervor cada Copa. Mesmo assim, a convocação de Neymar gerou debates e houve celebração entre parte do público ao anúncio do elenco.
Entre analistas e torcedores, surgem leituras distintas sobre o motivo do afastamento. Para alguns, o afastamento decorre da ausência de vitórias e de vexames recentes. Outros apontam a falta de jogos no Brasil e a menor disputa de amistosos relevantes como fatores de desengajamento.
Ainda assim, parte da torcida mantém a confiança na equipe. Em entrevistas, fãs afirmam que a Copa representa orgulho nacional e que a paixão pela seleção persiste, independentemente do retrospecto recente. Há quem veja o hexacampeonato como possível cenário para 2026.
Sobre a cultura ao redor da Copa, o tema volta a ganhar força: o álbum de figurinhas permanece uma tradição bem estabelecida. O custo do álbum e a expectativa de completar a coleção continuam atrativos para fãs, famílias e comunidades que compartilham a paixão pelo torneio.
A pintura de ruas e outras ações culturais também aparecem como signos de participação popular. Projetos de arte urbana e iniciativas locais fortalecem o vínculo entre o evento esportivo e a identidade regional, mantendo a Copa como marco cultural mesmo diante das dificuldades esportivas.
Em resumo, o Brasil chega à Copa do Mundo de 2026 com recordes desafiadores e um sentimento misto de ceticismo e esperança. Enquanto a seleção busca o título, o país acompanha com a tradição, a cultura e a participação coletiva que cercam o futebol nacional.
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