- Danilo Lavieri afirma que Ancelotti demorou a testar alternativas na seleção brasileira, faltando uma semana para a estreia da Copa do Mundo.
- O comentarista diz que o treinador manteve uma ideia baseada em pontas e quatro atacantes, mesmo com lesões que impuseram mudanças.
- Segundo ele, a perda de Rodrygo e Estêvão exigia experiências que não foram feitas no momento adequado.
- Lavieri destaca que Ancelotti chegou a testar Vinícius Júnior centralizado, mas o roteiro não se adaptou e o elenco não reagiu rapidamente.
- O comentarista aponta que houve chances de experimentar um meio-campo com três jogadores, mas as mudanças só começaram perto do fim da preparação.
A seleção brasileira ainda não definiu seu desenho tático a menos de uma semana da estreia na Copa do Mundo. Ancelotti é alvo de críticas por ter demorado a testar alternativas e, segundo Danilo Lavieri, precisa acelerar a criação de um modelo que funcione para o time.
Lavieri afirma que o treinador baseado em pontas e em quatro atacantes não se adaptou rapidamente às perdas por lesões. Com Rodrygo e Estêvão fora, o Brasil ficou mais dependente da ideia original, o que, na visão do comentarista, atrasou a busca por soluções diversas.
O plano inicial de Ancelotti valorizou a força dos lados, com Vini Jr., Raphinha e Rodrygo entre os escolhidos, inclusive com Vini deslocado para frente. No entanto, segundo o analista, essa aposta ficou protegida demais e faltaram experimentos novos.
Segundo Lavieri, houve oportunidade de testar um meio-campo com três jogadores, especialmente em partidas mais fortes, mas as mudanças ocorreram tardiamente. A expectativa é que, na reta final, o treinador faça ajustes para viabilizar o elenco.
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