- A imprensa que cobre a Seleção Brasileira segue para Cleveland, onde enfrenta o Egito no sábado, último amistoso antes da Copa do Mundo.
- Uma pesquisa do Instituto Léo Pereira de Matemática e Análises aponta que 80% dos profissionais viajam de avião, 15% de carro alugado e 5% da equipe Jogada10 chega de ônibus.
- O Jogada10 viajará de ônibus pelos EUA, em contramão dos colegas, cruzando o país de Nova York a Ohio com ida e volta de cerca de 16 horas.
- A cobertura da Seleção, segundo o J10, ocorre por três formas de transporte — avião, trem e ônibus — e é apresentada como uma experiência antropológica.
- A equipe se concentra em Cleveland, cidade inédota para a crônica, antes do duelo contra o Egito.
A imprensa que cobre a Seleção Brasileira já se organiza para a viagem a Cleveland, onde o Brasil enfrenta o Egito no sábado (6), último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo de 2026. Segundo levantamento do Instituto Léo Pereira de Matemática e Análises, 80% dos profissionais seguem para Ohio de avião. Muitos jatos decolaram de Nova York e Nova Jersey nesta sexta-feira (5).
A pesquisa aponta ainda que 15% dos jornalistas optarão por carros alugados, enquanto 5% da equipe de reportagem do Jogada10 viajará de ônibus. A ideia é acompanhar a caminhada da seleção de forma próxima, com deslocamento que inclui, para alguns, a travessia do país de leste a oeste.
A viagem de ônibus da equipe Jogada10 representa uma exceção na cobertura, que se move entre avião e trem. Cleveland surge como destino inédito para o cronista, após 16 horas de deslocamento somando ida e volta, dependendo do meio escolhido.
Deslocamento da imprensa
A estratégia de cobertura reflete diferentes formatos de acesso às informações e aos jogadores. A chegada à cidade anfitriã facilita a produção de matérias na véspera do confronto diante do Egito e da estreia na Copa.
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