- A seleção do Egito enfrenta o Brasil em amistoso amanhã, às 19h (de Brasília), em Cleveland.
- Salah, aos 33 anos, é protagonista, mas o time não consegue fazer o atacante e Marmoush receberem as bolas com regularidade para desequilibrar.
- OEgito costuma jogar no 4-4-2, com Salah e Marmoush na frente; a bola raramente chega aos dois e as jogadas costumam nascer de arrancadas isoladas.
- No meio, o Egito passa por reformulação: Ashour trabalha como articulador, ficando mais recuado, enquanto veteranos como Trezeguet e Zizo aparecem de forma alternada.
- Defensivamente, Ibrahim e Rabia são titulares, com possibilidade de desfalque de Abdelmonen; o time é menos eficaz que o Marrocos, o que impacta a atuação dos atacantes.
O Egito enfrenta o Brasil em amistoso nesta quarta-feira, às 19h (horário de Brasília), em Cleveland. O jogo servirá como teste para a seleção africana, que busca evoluir ofensivamente sem depender apenas de Salah. A partida ocorre sem transmissão de detalhes oficiais da organização dos dois elencos.
Salah, de 33 anos, atua como destaque ofensivo, mas o time nem sempre consegue impor seu ritmo. Marmoush e o camisa 10 costumam ficar isolados no ataque, o que dificulta a criação de chances claras. O meio-campo sofre com mudanças de titularidade e posição.
A tendência tática do Egito é o 4-4-2, com Salah e Marmoush à frente. A bola quase sempre demora a chegar aos dois, que precisam receber em situações propícias para acelerar. A defesa tende a falhas quando pressionada pelos adversários.
Na defesa, Ibrahim e Rabia são titulares, enquanto Abdelmonen pode ficar ausente por lesão. Em jogos mais fortes, o técnico Hossan Hassan já usou linha de cinco, ajustando o segundo bloco com Abdelmonen no meio, se recuperando de lesão.
No meio, a reformulação é visível. Ashour assume a organização, ficando quase recuado e menos conectando Salah com Marmoush. A posição dele impõe maior controle, mas reduz a aproximação com os atacantes.
Ziko ganhou espaço no amistoso contra a Rússia e pode entrar no time titular. Trezeguet e Zizo aparecem como alternativas, com perfis de nomes mais que de desempenho consistente. Ambos já atuaram em várias funções, mas ainda buscam regularidade.
Além do estilo de jogo, o confronto serve para avaliar o entrosamento entre os atletas. O Egito costuma defender melhor que o Brasil, mas apresenta deficiências de dinamismo no meio e no ataque, o que pode impactar a eficiência ofensiva.
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