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Família Ancelotti: o peso leve da braçadeira de Marquinhos

Marquinhos chega à terceira Copa como capitão eleito, líder experiente e referência da seleção, a um passo do top‑10 de jogos pelo Brasil

Na terceira Copa da carreira, Marquinhos assume a braçadeira de capitão - (crédito: Kleber Sales/CB/D.A. Press)
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  • Marquinhos, aos 32 anos, assume a braçadeira de capitão na terceira Copa do Mundo da carreira, sob comando de Carlo Ancelotti, como referência de liderança e experiência do elenco.
  • O zagueiro soma 104 jogos pela Seleção e está próximo de entrar no top-10 de atletas com mais partidas pela equipe brasileira.
  • Em todo o ciclo mundialista, Marquinhos não recebeu cartão em 28 partidas, refletindo seu estilo de jogo leitura, posicionamento e antecipação.
  • A trajetória de liderança ganhou ainda mais peso após momentos de derrota e superação, consolidando-se como peça-chave no vestiário brasileiro.
  • Bremer, outra aposta importante, chega à segunda Copa do Mundo com 29 anos, sete jogos pela Seleção e perfil físico forte, atuando como opção versátil na defesa sob Ancelotti.

A braçadeira de capitão da Seleção Brasileira tem sido símbolo de liderança e transformação sob

Carlo Ancelotti. Aos 32 anos, Marquinhos chega à terceira Copa do Mundo como peça-chave do grupo, escolhido pelo treinador para liderar a busca pelo hexacampeonato. O zagueiro fica à frente da defesa e da experiência do time.

Ao longo da trajetória na seleção, Marquinhos consolidou-se como titular desde 2013, chegando a 104 partidas. Nesta Copa, ele pode entrar para o top 10 de atletas com mais atuações e está perto de superar Lúcio, pentacampeão mundial, em número de jogos.

O capitão completa um ciclo marcado por mudanças de treinadores e episódios marcantes. Em 28 jogos neste ciclo de 2026, não recebeu cartão, destacando-se pela leitura de jogo, posicionamento e antecipação. A derrota de 2022, com pênalti perdido, também é parte da sua construção.

Bremer

Bremer chega à segunda Copa pela Seleção. Nascido na Bahia, o zagueiro levou o nome de Andreas Brehme, campeão mundial pela Alemanha em 1990, e avançou ao futebol italiano antes de vestir a Amarelinha. Mantido por Ancelotti, aparece como opção sólida na defesa.

Com sete partidas pela seleção, Bremer soma características valorizadas pelo técnico: porte físico, firmeza no jogo aéreo e versatilidade defensiva. A permanência em 2026 o coloca como alternativa importante ao longo do torneio.

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