- O Flamengo terá uma janela de meio de ano com orçamento modesto, apoiado por um investimento anual de R$ 1,1 bilhão que abrange folha e contratações, no formato caixa (desembolsos efetivos) do ano.
- O custo de folha fica em torno de R$ 450 milhões por ano, sobrando cerca de R$ 650 milhões para pagamentos ao longo do ano; ao fim de 2025 havia R$ 302 milhões para contratar em 2026 e Paquetá foi parcialmente quitado.
- Na negociação com o West Ham, o clube desembolsou aproximadamente 40% do total de Paquetá à vista, de um total de R$ 315 milhões, sendo R$ 127 milhões já pagos; ao fim do 1º trimestre ainda havia R$ 321 milhões a pagar no curto prazo.
- Com isso, o Flamengo já tende a retirar do caixa cerca de R$ 500 milhões em pagamentos no ano, e o saldo disponível para novas contratações fica entre 10 e 15 milhões de euros, condicionados à venda de jogadores.
- O diretor José Boto trabalha com orçamento bem baixo para a janela, priorizando a manutenção do elenco e avaliando alternativas como empréstimos, trocas ou parcelamentos; há menos espaço para investimentos em jogadores jovens.
O Flamengo terá uma janela de transferências de meio de ano mais contida em 2026. Os gastos recentes com contratações de alto perfil, como Samuel Lino, Carrascal e Paquetá, não se repetirão no período atual, que exige cautela no desembolso.
A diretoria trabalha com um orçamento de caixa para futebol de cerca de R$ 1,1 bilhão anual. Esse montante engloba folha salarial, contratações, comissões, luvas e renovações, e representa o desembolso efetivo no ano, não compromissos futuros.
A folha do clube fica em torno de R$ 450 milhões por ano, segundo a gestão. Assim, restariam aproximadamente R$ 650 milhões para gastos imediatos com pessoal, compras de atletas e encargos, em termos de caixa.
Ao fim de 2025, o Flamengo tinha cerca de R$ 302 milhões a pagar em contratações no ano. As compras de Andrew, Vitão e, principalmente, Paquetá já foram concluídas.
A negociação com o West Ham foi resolvida de modo duro, levando o clube a pagar cerca de 40% de Paquetá à vista. Do total de R$ 315 milhões, R$ 127 milhões já saíram do caixa.
Mesmo assim, ao fim do primeiro trimestre, restavam R$ 321 milhões a curto prazo para o ano, o que eleva o desembolso total já realizado para perto de R$ 500 milhões.
Com os cálculos ajustados, R$ 1,1 bilhão menos cerca de R$ 450 milhões menos R$ 500 milhões resulta em cerca de R$ 150 milhões disponíveis para novas contratações ao longo do ano.
No entanto, esse valor pode mudar com parcerias, renovações que incluam luvas, ou novas contratações com impostos embutidos. A eliminação precoce da Copa do Brasil também reduz premiações previstas, em torno de R$ 15 milhões.
Ao final, o caixa disponível para contratações depende do desempenho de vendas de jogadores ao longo do ano. Estima-se que entre 10 e 15 milhões de euros possam ser destinados, caso metas de venda sejam atingidas.
A diretoria sinaliza que o orçamento de meio de ano permanece baixo. A prioridade tem sido manter o elenco, com possibilidades de empréstimos, trocas ou parcelamentos para diversificar opções.
Entre as prioridades de reforço estão: um atacante para revezar com Pedro, um meia para atender a pedido de Leonardo Jardim e, possivelmente, um lateral-esquerdo. Cebolinha aparece como opção caso ocorram saídas.
A estratégia atual também envolve manter o elenco estável e explorar soluções criativas para fortalecer o elenco sem ampliar significativamente o investimento imediato.
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