- Grupo G da Copa-2026 reúne Irã, Bélgica, Egito e Nova Zelândia, em meio a tensões políticas e a possibilidade de o Irã não disputar o torneio.
- Irã encaminhou à Fifa exigências, incluindo reforçar a segurança dos aeroportos e que jornalistas façam perguntas apenas sobre futebol.
- Bélgica é a favorita da chave, com mistura de experiência e jovens talentos, como Courtois, De Bruyne e Doku.
- Nova Zelândia retorna à Copa após vaga da Oceania; destaque é Chris Wood, atacante do Nottingham Forest, com dois jogos do grupo em Vancouver.
- Seattle agendou a partida entre Irã e Egito, no dia de virada de 26 para 27 de junho, como “pride match” (junção de data de orgulho LGBTQIA+).
O Grupo G da Copa-2026 promete tensão por abrigar o Irã, Bélgica, Egito e Nova Zelândia. O país asiático enviou exigências à Fifa para disputar o torneio, citando medidas de segurança e regras para a imprensa. A competição seguirá nos EUA e Canadá.
O Irã comunicou demandas que incluem reforço na segurança aeroportuária e jornalistas obrigados a direcionar perguntas apenas sobre futebol. A ofensiva militar dos EUA nas fronteiras iranianas é um contexto que envolve a participação do país na Copa.
A Bélgica, favorita da chave, chega com uma mistura de jogadores da geração campeã e talentos emergentes, como o atacante Doku. A equipe contará com grandes nomes como Courtois e Kevin de Bruyne, buscando manter o favoritismo no grupo.
O Egito entra com Mohamed Salah como destaque, buscando uma atuação expressiva em Copas do Mundo. O jogador do Liverpool já teve passagem discreta em 2018 por lesões; a meta é maior protagonismo neste torneio.
A Nova Zelândia retorna à Copa após a Fifa confirmar a vaga da Oceania. Chris Wood, atacante do Nottingham Forest, aparece entre os nomes de referência da seleção. Dois jogos do Grupo G serão disputados em Vancouver, com os neozelandeses atuando em condição de visitante.
Eventos na ordem do dia
Antes do sorteio oficial, Seattle definiu a partida da virada entre 26 e 27 de junho como a chamada pride match. Irã e Egito integram a dupla de seleções envolvidas, em um momento de controvérsia sobre direitos LGBTQIA+.
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