- Matheus Cunha deve voltar ao time titular da seleção na estreia da Copa, conforme avaliação de PVC, após os testes de Ancelotti no amistoso contra o Egito.
- Danilo Lavieri afirmou que Paquetá foi testado, Rayan apareceu titular pela direita e Wesley teve funções diferentes; acredita-se em um desenho próximo ao ensaiado pela comissão.
- PVC explicou que a ideia envolve dar amplitude com Wesley pela direita e colocar Paquetá entre as linhas, com Vinícius menos aberto do que em outros testes.
- José Trajano questionou a mudança próxima da Copa e o risco de Cunha sobrar caso o time use um centroavante mais fixo, dizendo que faltaram testes com um plano claro de jogo.
- Arnaldo Ribeiro destacou a possibilidade de desequilíbrio na lista se a ideia for centroavante fixo, com poucos meio-campistas, citando a ausência de João Pedro como preocupação.
Matheus Cunha deve voltar a ser titular da seleção na estreia da Copa, após os testes de Carlo Ancelotti no amistoso contra o Egito, realizado neste sábado. A leitura é de que o treinador tem aval de seguir com mudanças no time inicial conforme o ritmo do jogo.
Analistas citados pelo portal Posse de Bola, do Canal UOL, avaliam que a escolha depende da organização defensiva pela esquerda e da forma de marcar. A expectativa é de que Cunha tenha espaço na partida contra o Marrocos, com a tendência de o time sofrer alterações no intervalo, como ocorreu em amistoso anterior.
Entre os observadores, Danilo Lavieri relatou variações de teste com Paquetá de interior, Rayan pela direita e Wesley em funções diversas, sugerindo um desenho próximo ao ensaiado ao longo da semana. A ideia é manter amplitude pelo setor direito com Wesley e Paquetá entre as linhas.
Na leitura tática, há quem diga que a presença de Cunha pode depender da utilização de um ponta mais fixo pelo centroavante, o que geraria dúvidas sobre o equilíbrio do meio-campo. Históricos de testes recentes sem um plano claro para o ataque são apontados como ponto de tensão.
Outro ângulo traz questões sobre a mudança de rumo na preparação para a Copa. A troca de referência no ataque, com possível centroavante fixo, é criticada por não ter tido tempo suficiente de avaliação. A ausência de João Pedro também é mencionada como incompatível com o desenho proposto.
Profissionais destacam ainda que a novidade do time exige maior repetição de conjunto para evitar fragilidades. A discussão envolve quem compõe o setor de meio-campo e qual será a referência de ataque na estreia diante de Marrocos.
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