- A menos de início da Copa de 2026, ingressos para partidas aparecem com preços abaixo do valor original e disponibilidade varia bastante.
- A FIFA prometeu ingressos esgotados, mas há milhares de entradas à venda em diferentes plataformas, incluindo revendas.
- Procuradores-gerais de Nova York e Nova Jersey investigam práticas da FIFA relacionadas a inflação de preços e danos aos torcedores; há alegações de falta de transparência na precificação.
- Em sites de revenda, muitos bilhetes de setores valorizados aparecem com descontos significativos, levando a questionamentos sobre se a FIFA está tentando livrar do estoque.
- Observação de mercados secundários mostra variações de preço por fileira, com ingressos mais próximos do campo ainda abaixo do preço nominal em lances de revenda.
A menos de uma semana para o início da Copa do Mundo de 2026, o tema é a venda de ingressos. Preços caem, disponibilidade varia e não há clareza sobre o funcionamento do processo. A Fifa prometeu ingressos esgotados, mas há milhares disponíveis em plataformas oficiais e de revenda.
Partidas com seleções menos tradicionais aparecem com valores baixos. Dados da BBC Sport indicam venda de ingressos abaixo do preço original tanto no site oficial quanto em mercados secundários. A situação levanta dúvidas sobre o real esgotamento dos jogos.
A Fifa pode estar enfrentando dificuldade para vender ingressos de jogos de seleções menos populares. Observadores apontam que o estoque no site oficial caiu, enquanto plataformas externas exibem anúncios de assentos ainda disponíveis. A entidade não se manifestou até o momento.
Quem está envolvido? A Fifa, responsável pela venda e organização, e plataformas de revenda como SeatGeek, StubHub e VividSeats aparecem no centro das atenções. Procuradores-gerais de Nova York e Nova Jersey investigam possíveis práticas de precificação.
Quando e onde isso ocorre? O cenário é atual, com o período final de venda ao público já aberto desde abril e jogos distribuídos entre Estados Unidos e outras localidades. A Copa acontece em várias cidades-sede nos EUA, Canadá e México.
Por quê? A pauta envolve transparência de preços, proteção ao torcedor e proteção contra entradas inválidas. A Fifa argumenta incentivar compras por seus canais oficiais, enquanto há indícios de que ingressos com valores elevados não estão esgotados para eventos com seleções de menor apelo.
Resumo dos fatos: há games com alta demanda ainda com assentos disponíveis a preços elevados, e jogos menos atrativos mostram queda de preço em revendas. A diferença entre estoque oficial e disponibilidade real alimenta incertezas sobre o sucesso do evento.
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