- Desde 1966, os mascotes da Copa do Mundo acompanham o torneio, representando cada país anfitrião com personalidade marcante.
- Entre 1982 e 1998, nomes como Naranjito (1982), Pique (1986), Ciao (1990), Striker (1994) e Footix (1998) ganharam destaque.
- Em 2002, pela primeira vez, houve três mascotes oficiais: Ato, Kaz e Nik, com visual futurista.
- Depois, Goleo VI com Pille (2006), Zakumi (2010), Fuleco (2014) e Zabivaka (2018) passaram a acompanhar as edições subsequentes.
- Em 2022, La’eeb abriu caminho para a participação de Maple, Zayu e Clutch na Copa de 2026, a primeira vez com trio de mascotes para o torneio.
Os mascotes da Copa do Mundo ajudam a moldar a lembrança dos Mundiais há décadas. Desde 1966, com Willie, eles representam símbolos locais e a identidade de cada edição. A seguir, relembre os mascotes de 1982 a 2026, com foco nos fatos.
Naranjito foi o mascote da Copa de 1982, realizada na Espanha. A laranja vestia o uniforme da seleção anfitriã e ficou marcado pelo sorriso aberto que cativou fãs ao redor do mundo.
Em 1986, no México, Pique reapareceu com o tradicional sombreiro, desta vez em forma de uma pimenta. O visual destacou a personalidade lúdica da escolha do torneio.
A edição de 1990, na Itália, quebrou tradição ao apresentar Ciao, um boneco de blocos sem rosto, com as cores da bandeira italiana e uma bola no lugar da cabeça.
A Copa dos Estados Unidos, em 1994, optou pela participação popular na escolha de Striker. O cão usava as cores da bandeira norte-americana e tinha o logotipo da competição no peito.
Footix, o galo francês, foi o mascote de 1998. O design mostra o simbolismo nacional com azul no corpo e detalhes vermelhos, sempre acompanhado de uma bola com as cores da França.
A Copa de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, teve três mascotes oficiais: Ato, Kaz e Nik. Eles formavam uma equipe futurista que praticava o esporte fictício atombol.
Goleo VI e Pille marcaram 2006, na Alemanha. O leão de pelúcia convivia com Pille, a bola falante, que batia papo sobre o jogo com o público.
Zakumi foi o mascote de 2010, na África do Sul. Um leopardo com cabelos verdes, cujo nome combina ZA, país anfitrião, com kumi, que significa dez em várias línguas africanas.
Fuleco, a tatu-bola, representou 2014 no Brasil. O nome une futebol e ecologia, com a carapaça simbolizando a riqueza da natureza do país.
Zabivaka, o lobo de 2018, escolheu-se por votação popular na Rússia. O nome significa aquele que marca gols, refletindo a função do esporte.
La’eeb foi o mascote de 2022, no Catar. O nome em árabe significa jogador supertalentoso, apresentado como morador de um universo de mascotes.
Maple, Zayu e Clutch aparecem em 2026. O trio representa Canadá, México e EUA, com foco na cultura, herança e espírito de cada país-sede.
Mudanças temáticas entre as edições
Com o tempo, os mascotes passaram de figuras simples para símbolos mais elaborados. Em 1990 houve o primeiro rosto ausente, enquanto as escolhas subsequentes enfatizaram cultura, fauna local e mensagens de união. A partir de 2002, a participação popular ganhou espaço.
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