- São Paulo permanece na disputa para sediar a abertura da Copa do Mundo Feminina de 2027, com a prefeitura informando à FIFA o interesse.
- A proposta previa ampliar a Neo Química Arena, indo de 48 mil para cerca de 60 mil lugares, com dois novos setores Norte e Sul, em obra estimada em R$ 250 milhões.
- O Corinthians optou por não seguir com esse modelo de ampliação, o que enfraqueceu a candidatura paulista nos bastidores.
- Sem a ampliação, o Maracanã surge como principal alternativa da FIFA para receber a cerimônia de abertura, segundo apuração do ge, que não obteve comentário da entidade.
- A prefeitura afirma manter diálogo com todas as partes envolvidas e continuar trabalhando para que São Paulo tenha papel de destaque no torneio.
A cidade de São Paulo mantém a disputa para sediar a abertura da Copa do Mundo Feminina de 2027. A Prefeitura informou à Fifa o interesse em receber a partida inaugural, mas um dos principais projetos estudados não avançou.
A proposta incluía a ampliação da Neo Química Arena, do Corinthians, de 48 mil para cerca de 60 mil lugares. A obra previa dois novos lances de arquibancadas, nos setores Norte e Sul, com custo estimado em aproximadamente R$ 250 milhões.
O Corinthians decidiu não seguir com o modelo apresentado. A ideia inicial era contar com estruturas permanentes, diferente do que ocorreu na Copa do Mundo de 2014. Com a desistência, a candidatura de São Paulo perdeu força nos bastidores.
Alternativa e próximos passos
Sem a ampliação, o Maracanã é apontado pela FIFA como a principal alternativa para a cerimônia de abertura. A entidade máxima do futebol não comentou o assunto.
A Prefeitura de São Paulo afirmou que mantém diálogo com todos os envolvidos e continua trabalhando para que a capital tenha participação de destaque no torneio.
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