- Um supercomputador classifica seleções de 0 a 100; a Espanha é a 1ª e a França a 2ª, no topo do ranking.
- Grupo I é considerado o mais difícil, pois possui três seleções no top‑25: França (2ª), Senegal (21ª) e Noruega (25ª); Iraque está na 62ª posição.
- Grupo C, do Brasil, é apontado como o oitavo mais difícil entre os doze grupos; Haiti é visto como a segunda mais fraca, acima apenas de Curaçao.
- O grupo mais fraco é o Grupo B, composto por Canadá, Suíça, Bósnia e Herzegovina e Qatar.
- Segundo a análise do Opta, o Grupo D é o mais imprevisível, apesar de ser o quinto mais forte, com EUA (36ª), Turquia (20ª), Austrália (28ª) e Paraguai (30ª) com forças similares.
O supercomputador responsável por analisar o desempenho das seleções classificou as equipes em um índice de força que varia de 0 a 100. A metodologia baseia-se em um ranking interno do equipamento, divulgado para apontar o chamado grupo mais difícil da Copa. Entre os feitos, a França surge como segunda colocada no ranking total, enquanto a Espanha lidera.
Segundo a análise, o Grupo I é o mais complexo, por reunir três equipes entre as primeiras 25 do ranking: França (2º), Senegal (21º), Noruega (25º) e Iraque (62º). Já o Grupo C, no qual está o Brasil, aparece como o oitavo com maior dificuldade, em parte pela avaliação do Haiti como a segunda equipe mais fraca da competição, apenas à frente de Curaçao.
Além disso, o Grupo B aparece como o considerado mais fraco pelo supercomputador, com Canadá, Suíça, Bósnia e Herzegovina e Qatar. O grupo considerado mais imprevisível, segundo a análise da Opta, é o Grupo D, quinto mais forte, com EUA (36º), Turquia (20º), Austrália (28º) e Paraguai (30º) apresentando forças semelhantes.
Grupos mais fortes
1. Grupo I
2. Grupo K
3. Grupo J
4. Grupo F
5. Grupo D
6. Grupo H
7. Grupo L
8. Grupo C
9. Grupo G
10. Grupo E
11. Grupo A
12. Grupo B
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