- Time de lendas das Copas reúne Gordon Banks; Cafu, Franz Beckenbauer, Fabio Cannavaro e Roberto Carlos; Zinedine Zidane, Iniesta e Maradona; Pelé, Messi e Ronaldo Nazário.
- Gordon Banks ficou famoso pela defesa milagrosa diante de Pelé em 1970.
- Cafu e Roberto Carlos revolucionaram as laterais; Cafu conquistou títulos em 1994 e 2002, enquanto Roberto Carlos ganhou em 2002.
- Beckenbauer ficou famoso como líbero e Burned, liderou a Alemanha ao título de 1974; Zidane tem finais marcadas por gols e expulsões.
- Messi levou a Argentina ao título em 2022; Pelé venceu três Copas; Maradona comandou a Argentina em 1986; Ronaldo foi artilheiro em 2002 e campeão novamente.
Do futebol mundial, a história costuma recordar craques que marcaram gerações. Entre Pelé, Maradona, Zidane, Messi e Ronaldo, cada Nome deixou um legado nas Copas do Mundo, seja com gols, defesas ou gestos que entraram para a memória dos torcedores.
A seleção de lendas reúne goleiros, defensores e meio-campistas que brilharam em diferentes eras. Entre eles estão Gordon Banks, Cafu, Franz Beckenbauer, Fabio Cannavaro, Roberto Carlos, Zinedine Zidane, Iniesta, Maradona, Pelé, Messi e Ronaldo Nazário.
Pelé, Messi e Ronaldo aparecem ao lado de astros que moldaram a história das Copas, em uma edição que vai muito além de títulos. O conjunto mostra desde defesas históricas até gols decisivos em finais e jogos memoráveis.
Time de lendas das Copas
Gordon Banks, Inglaterra, é lembrado pela defesa arrebatadora diante de Pelé na Copa de 1970, mesmo título de 1966 do goleiro lendário. A história se tornou referência pela defesa de Banks diante do atacante brasileiro.
Cafu e Roberto Carlos, Brasil, mudaram o papel dos laterais, tornando-os mais ofensivos. Cafu ganhou Copas de 1994 e 2002; Roberto Carlos conquistou a edição de 2002, quando Cafu era capitão. Ambos venceram a edição de 1998 apenas como perdedores na final.
Franz Beckenbauer, Alemanha, é reconhecido como pioneiro do líbero moderno. Conduziu o título de 1974, após a derrota na semifinal de 1970, frente à Itália, com o braço imobilizado em uma situação de jogo intensa.
Fabio Cannavaro, Itália, foi o capitão da seleção campeã em 2006, destacando-se pela marcação precisa e leitura de jogo. A Itália empatou com a França nos 120 minutos e venceu nos pênaltis.
Zinedine Zidane, França, entrou para a história com dois gols em finais de Copa do Mundo: a vitória de 1998 e o pênalti decisivo em 2006. Também ficou conhecido pelo cartão vermelho em 2006, após incidente com Marco Materazzi.
Andrés Iniesta, Espanha, simbolizou o tiki-taka ao marcar o gol da vitória na final de 2010, contra a Holanda, nos minutos finais da prorrogação. Seu papel foi crucial na era de ouro espanhola.
Diego Maradona, Argentina, ficou marcado pela performance de 1986, levando a Argentina ao título com jogadas que já entraram para o imaginário do futebol. Em 1990 e 1994, a trajetória argentino teve altos e baixos.
Pelé, Brasil, é o único jogador a vencer três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970). Entre gols emblemáticos e lances decisivos, Pelé consolidou uma carreira incomparável no México e no Chile.
Lionel Messi, Argentina, teve destaque na Copa de 2022, vencida pelo país no Catar. Com 13 gols em Mundiais, tornou-se o maior artilheiro argentino, consolidando-se entre os maiores da história.
Ronaldo Nazário, Brasil, brilhou em 1994 como promessa, em 1998 enfrentando a França em dificuldades, e em 2002 como artilheiro e campeão. Ele encerrou a participação mundial em 2006, após duelo com a França nas quartas.
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