- Marquinhos, capitão da seleção brasileira e zagueiro do Paris Saint‑Germain, chega à sua terceira Copa do Mundo aos 32 anos.
- O Brasil, sob o comando de Carlo Ancelotti, o considera uma referência técnica e emocional do grupo.
- No ciclo até o Mundial, ele manteve a titularidade na seleção e conquistou títulos importantes pelo PSG, incluindo a Liga dos Campeões.
- Na seleção, consolidou-se após 2018 e 2022, mantendo a braçadeira desde a saída de veteranos e liderando a defesa.
- Ao longo da carreira, soma mais de cem jogos pela seleção e muitos títulos pelo PSG, buscando o título mundial com o Brasil.
Marquinhos chega à Copa do Mundo de 2026 no auge da carreira. Capitão da Seleção Brasileira e do Paris Saint-Germain, o zagueiro estreia em sua terceira Copa com papel de liderança no elenco de Carlo Ancelotti. O objetivo é encerrar o jejum de 24 anos.
Ao longo do ciclo recente, manteve a titularidade absoluta na Seleção. Em clubes, viveu temporada destacada pelo PSG, com títulos importantes, incluindo a Liga dos Campeões em duas temporadas seguidas e o Campeonato Francês em várias edições. Esse desempenho consolidou sua imagem de referência.
A braçadeira de capitão foi mantida por Ancelotti, que reconhece a importância de Marquinhos para a equipe. O defensor chega à competição como um dos pilares técnicos e emocionais do grupo, ao lado de jovens atletas em ascensão.
Perfil do jogador
Nome: Marcos Aoás Corrêa, 32 anos, zagueiro de 1,83m e 75 kg. Atua pelo PSG desde 2013, reforçando o estilo de liderança em campo. Na Seleção, soma 133 convocações, 108 jogos e 7 gols, including a Copa América de 2019.
Trajetória internacional e clubes
Na Seleção, integrou as Copas de 2018 e 2022, assumindo protagonismo após a saída de veteranos. Em clubes, teve passagem pelo Corinthians, Roma e, desde 2013, pelo PSG, onde coleciona títulos nacionais e continentais.
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