- Brasil enfrenta o Egito em amistoso hoje, às 19h (horário de Brasília), em Cleveland, Estados Unidos.
- A transmissão deve citar apelidos de quatro jogadores egípcios relacionados ao jogo: Trezeguet, Zizo, Zico e Dounga.
- Mahmoud Hassan, conhecido como Trezeguet, tem 31 anos e disputou a segunda Copa; atuou, entre outros clubes, pelo Aston Villa.
- Ahmed Sayed, apelidado de Zizo, tem estilo técnico e já passou por clubes na Bélgica, Portugal e hoje atua pelo Al Ahly.
- Mostafa Mohamed Zaki Abdelraouf, o Zico, tem 29 anos e joga pelo Pyramids; já enfrentou o Flamengo pela Copa Intercontinental de 2025.
- Nabil Emad, chamado de Dounga, é volante do Al-Najma, conhecido pela marcação semelhante à de Dunga.
O amistoso entre Brasil e Egito acontece hoje às 19h (horário de Brasília), em Cleveland, nos Estados Unidos. A transmissão deve citar quatro egípcios ligados por apelidos a ícones do futebol brasileiro e europeu, criando uma coincidência curiosa para a partida.
A relação entre os nomes do quarteto e figuras célebres é parte da curiosidade do jogo. O elenco egípcio mantém nomes de peso na memória dos fãs, ainda que a ligação não esteja ligada a atuações recentes fora do país.
Mahmoud Hassan ‘Trezeguet’
Mahmoud Hassan, conhecido como Trezeguet, tem 31 anos e é o mais experiente do grupo. Foi campeão com clubes árabes e disputou a Copa do Mundo de 2018 pela seleção do Egito. Atuou na Premier League pelo Aston Villa entre 2019 e 2022.
Ahmed Sayed ‘Zizo’
Zizo, apelido que remete a Zidane, é ponta do Al Ahly. Ainda que tenha atuado no exterior por curto período, sua passagem mais marcante foi no Egito, onde se tornou ídolo do Zamalek antes de chegar ao Al Ahly em 2024.
Mostafa ‘Zico’
Mostafa Mohamed ganhou o apelido Zico por influência do pai, fã do ídolo brasileiro. O ponta do Pyramids atua como cobrador de faltas e esteve frente a frente com o Flamengo na Copa Intercontinental de 2025.
Nabil Emad ‘Dounga’
Dounga é o apelido de Nabil Emad, volante do Al-Najma. O rótulo faz referência a Dunga, capitão tetra pela seleção brasileira, pela função de marcação e pela posição em campo.
O jogo reúne atletas que podem inflamar a torcida com a coincidência dos apelidos, ainda que o foco permaneça na disputa esportiva entre as seleções. A partida é vista como oportunidade para Brasil e Egito avaliarem encaixes táticos e experiência de seus jogadores.
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