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Brasil reage após gol relâmpago e vence EUA na Neo Química Arena

Brasil vira sobre os EUA em três minutos e vence por 2 a 1 na Neo Química Arena, abrindo a preparação para a Copa do Mundo de 2027

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  • Brasil venceu a Estados Unidos por 2 a 1 na Neo Química Arena, em São Paulo, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2027.
  • Os EUA abriram o placar com Sophia Wilson no início da partida; o Brasil empatou com Tainá Maranhão aos 10 minutos e virou com Bia Zaneratto aos 13.
  • Mais de 31 mil torcedores acompanharam a partida, que teve atuação firme da defesa brasileira e pressão ofensiva no primeiro tempo.
  • Lelê, goleira brasileira, atuou com desconforto na coxa, mas realizou defesas importantes para manter a vantagem no intervalo.
  • A seleção liderada por Arthur Elias manteve o ritmo no segundo tempo, recuou para os contra-ataques e fechou a vitória diante de uma das principais potências do futebol feminino.

Na Neo Química Arena, em São Paulo, a seleção brasileira feminina venceu os Estados Unidos por 2 a 1 em amistoso de preparação para a Copa do Mundo de 2027. O feito ocorreu neste sábado, diante de mais de 31 mil torcedores. O placar fácil de abrir foi dos EUA no primeiro minuto com Sophia Wilson, mas o Brasil conseguiu a virada ainda no primeiro tempo.

A equipe comandada por Arthur Elias equilibrou o jogo e mostrou reação rápida. Tainá Maranhão empatou aos 10 minutos e Bia Zaneratto completou a virada aos 13, levando o público ao delírio. O Brasil manteve pressão ao longo do período inicial, aproveitando espaços deixados pela defesa americana.

A goleira Lelê teve atuação destacada, mesmo com desconforto na parte posterior da coxa, salvando em momentos decisivos antes do intervalo. O rival voltou com atuação mais intensa na segunda etapa, porém sem conseguir igualar o placar.

Primeiro Tempo

Os EUA abriram o placar cedo, mas o Brasil respondeu rapidamente com equilíbrio ofensivo e agressividade na marcação. A virada saiu da pressão brasileira, consolidando o domínio inicial da partida.

Segundo Tempo

O tempo final teve maior ritmo físico, com mais faltas e substituições. As americanas buscaram o empate, mas a defesa brasileira se manteve firme. A melhor chance do Brasil surgiu aos 45, quando Gio desperdiçou oportunidade cara a cara com a goleira adversária.

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