- Brasil vence o Egito por 2 a 1 em amistoso, com gols de Bruno Guimarães e Endrick.
- A seleção teve marcação firme na saída de bola e pressão nos primeiros 15 minutos de cada tempo.
- Ancelotti mudou o meio, Paquetá ficou como titular e o time passou a atuar com três meio-campistas que sabem marcar.
- A partida não empolgou tecnicamente, e o Brasil poupou energia após o segundo gol.
- Wesley sofreu estiramento na virilha esquerda e a preocupação é a possibilidade de corte para a Copa; treino de memória e possíveis substitutos aparecem na lista de 55 atletas.
O Brasil venceu o Egito por 2 a 1, em Cleveland, em amistoso antes da Copa. Bruno Guimarães abriu o placar, Endrick marcou o segundo e a marcação alta definiu o duelo. O time adotou maior pressão na saída de bola.
A atuação foi marcada pela defesa compacta e pela correria no meio-campo. Ancelotti ajustou o setor com Paquetá titular, substituindo o antagonista habitual. O preparo físico parecia priorizado para o jogo inaugural.
Wesley sofreu estiramento na virilha esquerda ainda no primeiro tempo e deixou o campo chorando. A equipe teme a possibilidade de ficar sem o lateral para a Copa. Vitinho e Paulo Henrique aparecem como opções na lista de convocáveis.
Mudança tática e desempenho
A seleção passou a manter três volantes no decorrer da partida, com Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá atuando como principais marcadores. A transição de defesa para ataque ganhou eficiência pela pressão na saída egípcia.
Ainda assim, individualmente alguns jogadores não se impuseram. Vinícius Jr. e Raphinha tiveram menos protagonismo diante de uma defesa adversária pouco criativa. O esforço coletivo compensou a pouca produção ofensiva dos companheiros.
O Egito, com Salah no segundo tempo, não conseguiu desenhar jogadas claras diante da marcação brasileira. O adversário permaneceu limitado pela ocupação de espaços e pela pressão contínua, o que facilitou o resultado.
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