Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pressão no ataque se consolida como arma do Brasil de Ancelotti

Pressão alta se consolida como arma brasileira, abrindo contra-ataques com Vinícius, Raphinha e Endrick nos amistosos rumo à Copa do Mundo

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Brasil, sob o comando de Ancelotti, mantém a pressão no ataque como arma para chegar ao gol, mesmo sem um meia criativo tradicional.
  • A estratégia combina marcação em bloco baixo com pressões altas após perda de bola, ajudando a criar chances rápidas.
  • Os gols na vitória por 2 a 1 sobre o Egito surgiram de desarmes na saída adversária e de aproveitamento de erros, com Endrick envolvido na jogada final.
  • Na derrota-títere para o Panamá, houve espaço no meio após a pressão, revelando que a defesa precisa manter a linha mesmo quando a pressão é alta.
  • Ancelotti quer seguir com a intensidade contra Marrocos, na estreia da Copa, mantendo o pressing alto e a troca de passes entre volantes e atacantes.

Brasil chega aos Estados Unidos sem um meia clássico e adota a pressão alta como arma principal. A ideia, segundo o técnico Carlo Ancelotti, é explorar roubos de bola perto do gol adversário para chegar com velocidade ao ataque.

Sem camisa 10 à disposição, o treinador italiano aposta em blocos de marcação mais baixos e em contragolpes puxados por Vinicius Junior e Raphinha. A estratégia se mostrou eficaz em fases ofensivas, com objetivos claros de acelerar o jogo quando há recuperação.

Na vitória por 2 a 1 sobre o Egito, em Cleveland, o Brasil abriu o placar a partir de um roubo na saída africana. Bruno Guimarães pressionou, Lashin vacilou, e a finalização ficou cara a cara com o goleiro. O segundo gol veio após pressão no ataque e boa leitura de Endrick.

Estratégia de pressão no ataque

A tática de pressão no campo de ataque tem também mostrado funcionamento em outros amistosos, como o duelo contra o Panamá, no Rio de Janeiro. Casemiro abriu o placar ainda no primeiro minuto ao interceptar a bola na intermediária, auxiliando a goleada de 6 a 2.

Entretanto, o técnico observou falhas na compactação defensiva em momentos de pressão alta, com espaço no meio-campo em lances contra o Panamá. A equipe trabalhou para corrigir esse aspecto, mantendo o foco na intensidade sem abrir brechas defensivas.

Ancelotti afirmou que a equipe saiu do amistoso com mais certezas do que dúvidas, destacando 60 minutos de jogo com alto nível ofensivo e defensivo. O treinador manteve o planejamento de aplicar pressão elevada e manter disciplina tática para o próximo desafio.

Desdobramentos e próximos compromissos

A seleção brasileira pretende manter a mesma linha de atuação contra Marrocos, no dia 13, na estreia da Copa do Mundo. O objetivo é manter a agressividade na transição entre defesa e ataque, sem abrir espaço na recomposição.

Ao longo dos amistosos anteriores, a troca de passes com aproximação entre volantes e atacantes também gerou oportunidades claras. A comissão técnica trabalha para equilibrar velocidade, intensidade e organização coletiva a partir do que foi observado nos jogos recentes.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais