- Romário afirma estar entre os cinco maiores da história do futebol e comenta a seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026.
- Em entrevista ao The Guardian, ele analisa a fase atual da equipe e a performance de jogadores que atuam em clubes de alto nível.
- O ex-atacante admite a fama de não treinar muito, mas diz que marcava gols e era uma força em campo.
- Ele acredita que as redes sociais mudariam sua rotina na carreira e reconhece que também traria aspectos controversos.
- Entre os favoritos ao título, cita França, Espanha, Portugal, Argentina, Alemanha e Brasil; elogia Pep Guardiola, destacando a inteligência dele e seu impacto como técnico.
Romário, campeão mundial em 1994, manteve posição de influência no futebol brasileiro 32 anos depois. Em entrevista ao The Guardian, ele comentou sobre a atual seleção, a Copa do Mundo de 2026 e o legado de sua geração.
O ex-atacante falou sobre a relação entre carreira e mídia, destacando seu retorno ao jogo por meio de entrevistas com jogadores de sua geração. Ele também mencionou a Romário TV como nova etapa de vida, que o aproxima do passado.
Romário também defendeu que algumas cobranças sobre a necessidade de treino rígido não comprometeram seus resultados em campo, lembrando que marcou gols e foi referência quando atuava.
Seleção brasileira e Copa do Mundo
O tetracampeão avaliou as possibilidades do Brasil na Copa do Mundo, reconhecendo a qualidade individual dos atletas, mas apontando que muitos ainda não replicam o desempenho de seus clubes pela seleção. Ele aposta em manter o foco técnico para avançar.
Entre os favoritos, Romário citou França, Espanha, Portugal, Argentina, Alemanha e Brasil, destacando o potencial de jogadores como Kane, Bellingham e Saka, que vê como apostas fortes para o título.
Guardiola e o futebol moderno
Ao recordar Guardiola, Romário elogiou a inteligência do ex-colega de Barcelona, afirmando que o treinador se tornou um dos melhores de todos os tempos. A menção reforça a admiração pelo trabalho atual de Guardiola no Manchester City.
No fim, o ex-jogador ressaltou que a era das redes sociais mudaria a rotina de qualquer atleta, porém reconhece que a habilidade técnica dele teria alcançado mais pessoas na era digital, ainda que também traga impactos.
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