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Cinco coincidências com o Tetra que fortalecem expectativa de Hexa

Cinco padrões entre o Brasil de 1994 e a Copa de 2026 alimentam a esperança do Hexa, com sede nos EUA, jovens no ataque e ligação com Ancelotti

Vini Jr surge como uma das grandes esperanças do Brasil na busca pelo Hexa
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  • A Copa de 2026 terá os Estados Unidos como sede novamente, com México e Canadá também recebendo jogos, assim como em 1994.
  • A seleção brasileira chega à competição sob desconfiança da torcida, sem favoritismo claro, semelhante ao cenário de 1994.
  • O Brasil chega ao Hexa com o mesmo jejum de título que ocorreu em 1994, ou seja, 24 anos sem levantar a taça.
  • Dois jovens bons de ataque, Rayan e Endrick, têm 19 anos, sendo os mais jovens convocados desde Ronaldo em 1994.
  • Carlo Ancelotti esteve na final de 1994 como parte da comissão italiana e, mais de 30 anos depois, retorna à Copa do Mundo como técnico da seleção brasileira.

A Copa do Mundo de 2026 começa na próxima quinta-feira, 11 de novembro, e o blog Do Meu Tempo reuniu cinco pontos que lembram o tetra de 1994 e alimentam a esperança de o Brasil conquistar o Hexa no torneio que acontece nos Estados Unidos, México e Canadá. A análise é centrada nas coincidências históricas, sem julgar cenários atuais.

A estreia da seleção brasileira está marcada para o sábado, 13 de novembro, às 19h, contra o Marrocos. O jogo acontece no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, com transmissão dos canais oficiais.

Coincidências que remetem ao tetra

1. Mesma sede dos EUA. Em 1994, o torneio ocorreu na América do Norte; em 2026, além dos EUA, México e Canadá recebem partidas, ampliando a presença do torneio no continente.

2. Desconfiança da torcida. Assim como em 1994, a seleção entra com dúvidas e não figura como favorita absoluta, diante de críticas ao estilo de jogo apresentado nos últimos anos.

3. Jejum parecido. Em 1994, o Brasil encerrou um jejum de 24 anos sem título; em 2026, chega com o mesmo tempo sem levantamento da taça.

4. Jovens no ataque. Rayan e Endrick, com 19 anos, aparecem entre os convocados mais jovens desde Ronaldo, que tinha 17 anos e nove meses em 1994.

5. Carlo Ancelotti ligado à decisão de 1994. O técnico italiano integrava a comissão que acompanhou a final entre Brasil e Itália naquela edição; hoje, Ancelotti dirige a seleção brasileira em busca do Hexa.

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