- Globo busca manter relevância na Copa do Mundo de 2026, transmitindo até 57 jogos.
- A emissora entrará com a maior renovação de equipes de transmissão da história para a competição.
- Será maior o número de enviados aos países-sede para a cobertura.
- Pela primeira vez desde 1978, a equipe de transmissão não contará com Galvão Bueno, Cléber Machado ou Luís Roberto.
- O objetivo é manter o protagonismo da Globo mesmo sem ter direitos de transmissão de todos os jogos.
A Globo se prepara para a Copa do Mundo de 2026 com uma estratégia destinada a manter a relevância da empresa no evento e enfrentar a ascensão de concorrentes, como a CazéTV. A emissora aposta em uma renovação expressiva de sua operação de transmissão para todos os jogos.
A concessionária planeja transmitir até 57 partidas, com o maior número de envio de equipes aos países-sede para cobrir de perto as partidas. A iniciativa visa ampliar a presença do grupo na cobertura global do torneio diante de novos formatos de transmissão.
Pelo aspecto histórico, a cobertura terá uma mudança significativa: pela primeira vez desde 1978, a equipe de transmissão não contará com Galvão Bueno, Cléber Machado ou Luís Roberto. A alteração marca uma reflexão sobre a renovação de profissionais e a busca por novas vozes para a narrativa das partidas.
A estratégia da Globo enfatiza manter o protagonismo na transmissão de Mundiais, mesmo com a quebra do modelo anterior em que a empresa detinha os direitos de todas as partidas. O movimento também reflete a competição com plataformas independentes que buscam ampliar o alcance durante o torneio.
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