- Yoane Wissa, 29 anos, chega à Copa do Mundo como principal referência ofensiva da RD Congo, após superar lesão grave no joelho.
- Nascido na França, ele deixou o rúgbi para se dedicar ao futebol, decisão orientada pela família.
- Brentford foi onde se destacou, e o Newcastle o contratou por cerca de 55 milhões de libras para a temporada 2025/26.
- A lesão o afastou de parte das Eliminatórias, mas ele retornou a tempo de atuar na repescagem contra a Jamaica e contribuir para a vaga africana.
- Na preparação, atuou como destaque no amistoso contra a Dinamarca e a RD Congo compõe o Grupo K da Copa, ao lado de Portugal, Colômbia e Uzbequistão; a estreia é dia 17 de junho, em Houston, contra Portugal.
Yoane Wissa chegou à Copa do Mundo pela República Democrática do Congo após superar uma grave lesão e manter viva a esperança ofensiva da equipe. Aos 29 anos, ele é apontado como um dos destaques do grupo K, que inclui Portugal, Colômbia e Uzbequistão.
Nascido na França, filho de imigrantes congoleses, Wissa optou pela RD Congo mesmo tendo se desenvolvido no futebol francês. Em sua juventude, chegou a combinar rúgbi e futebol, atuando também como goleiro antes de migrar para a linha de ataque por influência da mãe.
No Brentford, o congolês ganhou projeção na Inglaterra, superando momentos de frustração com lesões. Transferido ao Newcastle por cerca de 55 milhões de libras, o atacante teve o auge interrompido por lesão no joelho, o que atrasou sua adaptação ao novo clube.
A lesão tirou Wissa de parte das Eliminatórias Africanas, mas ele retornou a tempo de ajudar a RD Congo na repescagem contra a Jamaica, garantindo a vaga para o Mundial. O calvário físico, porém, não impediu sua recuperação.
Na preparação para a Copa, Wissa voltou a render bem. Em amistoso contra a Dinamarca, na Bélgica, foi destaque ao atuar como segundo atacante, contribuindo para as principais ações ofensivas da equipe.
Sobre o Mundial e a estreia
A RD Congo integra o Grupo K ao lado de Portugal, Colômbia e Uzbequistão. A estreia está marcada para 17 de junho, em Houston, contra Portugal, líder do elenco que tem Cristiano Ronaldo. A expectativa é que Wissa repita a trajetória de superação em solo mundial.
A seleção congolesa espera que o desempenho de Wissa na recuperação sirva de referência para o time, buscando avançar na fase de grupos e seguir com chances na competição.
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