- A seleção brasileira se aproxima da estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos, no dia 13 de junho, em Nova Jersey.
- Bruno Guimarães afirmou estar preparado para qualquer formação, seja 4-2-4 ou 4-3-3, conforme a escolha de Carlo Ancelotti.
- Ele comentou o último amistoso contra o Egito, destacando mais dinâmicas e oportunidades, e lembrou que o jogo anterior diante do Panamá teve um meio-campo com dois volantes e quatro atacantes.
- O entrosamento com Paquetá, desde o Lyon, facilita a atuação, e Bruno disse que caberá ao treinador escolher os melhores para o time.
- O meio-campista ressaltou estar em seu melhor momento, fruto da confiança de Ancelotti e de Fernando Diniz, e que evita gastar energia com coisas desnecessárias.
Bruno Guimarães afirmou estar em seu melhor momento e se mostrou pronto para a 2ª Copa do Mundo. Em entrevista coletiva na tarde desta segunda, o meia do Newcastle não revelou a escalação do Brasil contra o Marrocos, em Nova Jersey, no dia 13 de junho, mantendo o técnico Carlo Ancelotti como quem define a equipe. O jogador disse estar preparado para qualquer formação.
A cinco dias da estreia, o time brasileiro passou por mudanças nos dois amistosos da semana passada. Bruno elogiou a evolução do grupo, destacando mais dinâmicas, combinações e chances criadas no triunfo por 2 a 1 sobre o Egito. No jogo anterior, contra o Panamá, o time atuou com dois volantes e quatro atacantes.
Entrosamento com Paquetá e opções táticas
O meio-campo apresentado nos amistosos variou entre 4-2-4 e 4-3-3, dependendo do adversário. Bruno avalia que o 4-2-4 permite maior verticalidade, mas exige ajuste de funções para a construção das jogadas. Ele ressalta que a defesa tem tido melhor desempenho e que o entendimento com Paquetá facilita a leitura de jogadas, especialmente por já terem atuado juntos no Lyon.
O jogador citou o longo entrosamento com Paquetá como vantagem, mas disse confiar na decisão de Ancelotti sobre o desenho tático. Bruno entende que o treinador vai buscar os melhores jogadores para cada contexto, mantendo o grupo focado no objetivo maior da seleção.
Confiança e foco no desempenho
Ao discutir seu papel no elenco, Bruno reconheceu a confiança recebida de Ancelotti e do antecessor Fernando Diniz, que ajudaram a alinhar seu melhor futebol. Ele afirmou ter amadurecido nos últimos quatro anos, reduzindo distrações e priorizando o rendimento dentro de campo. O volante destacou o funcionamento coletivo como fator-chave para o desempenho.
Bruno encerrou a coletiva dizendo estar preparado para qualquer desafio, com foco total no Brasil e no Mundial que se aproxima, sem se prender a especulações de loading de elenco. A seleção brasileira volta aos treinamentos visando a estreia contra o Marrocos.
Fonte: Terra.
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