- Wesley saiu de ganhar entre 150 e 200 reais no Atlético Tubarão, em 2020, para atuar na Roma, após passagem pelo Flamengo, em poucos anos.
- O volante teve apoio de Sávio e de Carlos Noval ao longo da trajetória, que ajudaram na transição para o futebol profissional e para a Europa.
- Em julho de 2025, a Roma comprou Wesley por 25 milhões de euros fixos, com cláusulas por metas, consolidando a ascensão internacional do jogador.
- No amistoso contra o Egito, em Cleveland, ele sofreu lesão grau três na coxa esquerda ainda no primeiro tempo e foi cortado da Copa do Mundo.
- O substituto escolhido pela seleção foi Éderson, meia da Atalanta, com a confirmação do corte anunciada pela CBF.
Wesley, lateral da seleção brasileira, saiu de uma remuneração de apenas R$ 150 mensais no início da carreira para atuar na Roma, na Itália, em apenas quatro anos. A trajetória foi impulsionada por apoio da família, de ex-jogadores e da torcida, que acompanhou cada passo.
O jovem maranhense mudou-se para Santa Catarina ainda criança e, até 2020, atuava pelo Atlético Tubarão com ajuda de custo baixa. O empresário Sávio e o ex-dirigente Carlos Noval foram peças-chave na identificação e no encaminhamento para o Flamengo, onde começou a despontar.
Wesley estreitou laços com Sávio e Gerson, que o apoiaram desde a base. Em 2021 recebeu chance no Flamengo, ganhou ritmo e destacou-se pela força física e velocidade. Em 2025 foi contratado pela Roma por 25 milhões de euros fixos, com metas adicionais.
Corte da Copa e lesão
No amistoso contra o Egito, em Cleveland, o jogador sofreu lesão grau 3 na coxa esquerda, inviabilizando a participação na Copa. A CBF confirmou o diagnóstico e anunciou a substituição de Wesley por Éderson.
Após o diagnóstico, Wesley informou em redes sociais que a recuperação é parte da jornada, mantendo o foco na volta aos gramados. O comunicado reforçou a ideia de superar dificuldades e seguir treinando.
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