- O jornal espanhol As chamou Endrick de “Terremoto” e o aponta como favorito para vestir a camisa 9 da seleção brasileira na Copa de 2026.
- Endrick, de 19 anos, marcou o gol da vitória do Brasil sobre o Egito e aproveitou a oportunidade dada por Carlo Ancelotti ao entrar no amistoso.
- O As lembra a “instituição” que é a camisa 9 no Brasil, citando Ronaldo Nazário e destacando números de Endrick frente a concorrentes.
- Hoje, quem usa a camisa 9 é Matheus Cunha, que tem um gol e duas assistências em 23 jogos; Endrick tem quatro gols e duas assistências em 17 partidas.
- A publicação compara Endrick a Pelé em termos de maturidade e responsabilidade, sugerindo que a parceria com Ancelotti pode ser duradoura e que ele já mostra condição de titular.
Endrick marcou o gol da vitória do Brasil sobre o Egito, gerando repercussão internacional. O jornal espanhol AS publicou, nesta segunda-feira, uma análise defendendo que o atacante do Real Madrid está pronto para vestir a camisa 9 na Copa do Mundo de 2026.
A publicação afirma que o jovem de 19 anos aproveitou a oportunidade dada por Carlo Ancelotti, ao entrar no jogo, para enviar um recado dizendo estar disponível para a função. O amistoso anterior ao Mundial é o contexto citado.
A análise lembra que a camisa 9 é vista como uma instituição no Brasil, associando a tradição a uma possível continuidade de Ronaldo Nazário no passado. O AS ressalta a relevância histórica do número.
Destaques estatísticos
O AS compara os números recentes de Endrick com o atual camisa 9 da Seleção, Matheus Cunha. Cunha teve um gol e duas assistências em 23 partidas pela seleção. Endrick soma quatro gols e duas assistências em 17 jogos.
O texto aponta que Endrick tem começado como titular apenas duas vezes, mas mantém média de participação em gols elevada para a idade. O jornal destaca ainda o desempenho superior do jovem em relação a outros concorrentes.
Parceria com Ancelotti
Para o AS, a chegada de Ancelotti e Endrick à Seleção pode abrir uma parceria duradoura. O texto menciona que, mesmo sem sequência como titular, Endrick vem mantendo participação relevante em jogos-chave.
A publicação estende a comparação com Pelé, afirmando que o jovem já demonstrou maturidade para assumir responsabilidades como centroavante brasileiro em Copas. Pelé, campeão aos 17, é citado como referência histórica.
O AS conclui que Endrick demonstra condições para convencer o técnico a incluí-lo entre os titulares da seleção na Copa de 2026. A nota reforça a ideia de que juventude não impede desempenho de alto nível.
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