- Romário criticou a geração atual de jogadores da seleção brasileira em entrevista ao jornal The Guardian, afirmando que ninguém hoje representa o Brasil no futebol.
- O tetracampeão mundial relembrou a conquista da Copa de 1994 e disse que sua importância em campo compensava questionamentos sobre o comportamento fora dele.
- Disse que era visto como preguiçoso por treinarem de forma diferente, mas que marcava gols e era uma força em campo.
- Afirmou que, no passado, havia Romário e Ronaldo, e hoje não há ninguém com o mesmo impacto, mantendo o Brasil sem representantes iguais.
- A declaração ocorre às vésperas da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026.
Romário voltou a provocações em tom contundente sobre o futebol brasileiro. Em entrevista ao The Guardian, o ex-camisa 11 afirmou que a seleção brasileira não tem hoje a mesma representatividade de torno a que tinham nos anos 1990 e 2000, próximo à estreia da Copa do Mundo de 2026.
O tetracampeão mundial lembrou sua trajetória com a amarelinha e ressaltou que sua contribuição em campo, segundo ele, compensava críticas sobre seu comportamento fora de campo, especialmente em relação ao treino.
Romário assegurou ter se tornado ainda mais importante ao longo dos anos, destacando que, na sua visão, havia grandes referências como ele e Ronaldo, mas hoje não haveria nomes com o mesmo impacto. Além disso, afirmou que o Brasil continua representado por um legado da sua geração, que considera ausente atualmente.
Análise do que disse e contexto
A entrevista, publicada antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa de 2026, coloca em foco a visão de um jogador histórico sobre o ciclo atual da equipe, sem detalhar reações de outras figuras do futebol. (Texto base foi utilizado de forma parafraseada, mantendo informações centrais.)
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