- O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, minimizou a lesão muscular de Neymar antes da Copa e afirmou que o jogador poderia atuar se necessário.
- Teixeira disse que Neymar atuou em jogos decisivos mesmo sem estar 100% e que a decisão sobre o uso do atleta cabe à CBF e ao departamento médico.
- O Santos vai ao mercado para reforçar o elenco na janela de transferências, mas sem criar expectativas para a torcida.
- Sobre a SAF, Teixeira explicou que depende da votação do Conselho Deliberativo para avançar com o grupo americano e alterar o estatuto.
- Ele negou qualquer interesse do pai de Neymar em ser proprietário da SAF, destacando que o foco é reestruturação e parcerias.
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, minimizou o caso da lesão muscular de Neymar antes da Copa do Mundo. Segundo ele, o craque poderia atuar pelo clube caso fosse necessário, e que a decisão da CBF foi tomada com foco no Mundial.
Teixeira afirmou que Neymar atuou em partida do Santos ainda em condição física não 100% e que, em situações decisivas, poderia estar em campo. Também elogiou a condução da CBF e do departamento médico.
O dirigente mostrou confiança de que Neymar estará disponível para o time no momento certo, mantendo a expectativa de que ele atenderá às necessidades da equipe na temporada.
Reforços e planejamento para a janela
O presidente confirmou que o Santos vai ao mercado para reforçar o elenco, sem prometer contratações mirabolantes. As entradas, conforme disse, deverão ser úteis e dentro da realidade financeira do clube.
Teixeira explicou que o objetivo é melhorar a qualidade do grupo atual, com prioridades definidas pelo departamento técnico. O clube está analisando saídas e possíveis chegadas para as próximas competições.
SAF e mudanças no estatuto
O Santos avança na discussão sobre a venda de até 80% do clube pela modalidade SAF, com 20% para o quadro associativo. O processo depende da aprovação do Conselho Deliberativo e da votação do novo estatuto.
O presidente reiterou que há interesse de um grupo americano, mas descartou envolvimento do pai de Neymar ou de grupos árabes na parceria. O foco é estruturar a reestruturação do clube e ampliar parcerias para manter Neymar jogando no Brasil.
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