- Brasil terá nove representantes na arbitragem na Copa do Mundo de 2026: três árbitros centrais, cinco assistentes e um profissional na cabine do VAR.
- Wilton Pereira Sampaio está entre os nomes indicado para apitar o jogo de abertura.
- Ana Paula Oliveira aponta que o aumento de jogadores no banco durante o Mundial muda o cenário para a arbitragem, com mais pessoas para gerenciar.
- Ela destaca preparo físico, perfil mais reservado e adesão às diretrizes como pontos fortes de Wilton, que agradam à Fifa.
- Em avaliação da atuação de Wilton em Inglaterra x França, pelo Qatar, a comentarista considerou boa, mas não suficiente para chegar à final, estimando nota próxima de 7 segundo o padrão FIFA.
A Copa do Mundo de 2026 contará com nove árbitros brasileiros na lista oficial, incluindo três árbitros centrais, cinco assistentes e um supervisor de VAR. A leitura é de que o país mantém tradição de participação constante em jogos de alto nível, ao contrário da percepção de escassez de representantes.
A avaliação é de Ana Paula Oliveira, comentando no De Primeira, do Canal UOL. Ela aponta que a presença de mais profissionais no Mundial reafirma a força da arbitragem nacional e desmonta a ideia de deficiência técnica.
Wilton Pereira Sampaio surge entre os nomes cotados para apitar a abertura, tema que gerou análises sobre o perfil considerado pela FIFA. Segundo a comentarista, o árbitro tem preparo físico, perfil reservado e adesão às diretrizes.
A observação de Ana Paula é que o formato de jogo, com mais jogadores no banco, muda o cenário de apito. Ela explica que gerenciar 22 atletas em campo e outros 15 no banco aumenta as dificuldades de coordenação durante a partida.
Ainda segundo a analista, Wilton tem histórico de atuação em jogos com alta visibilidade. Ela cita a atuação na Copa do Qatar entre Inglaterra e França como referência, avaliando o desempenho como bom, porém não suficiente para uma final.
A comparação entre os modelos de gestão da FIFA e o brasileiro aponta para uma crítica recorrente: apontar apenas a ponta do processo sem considerar critérios de ranqueamento, escala e treinamento. O tema, para Ana Paula, é técnico mais que político.
A ex-árbitra reforça que a gestão da arbitragem no Brasil precisa de maior foco em critérios técnicos, com treinamento estruturado e critérios de avaliação transparentes, para evoluir de forma sustentável.
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