- O Botafogo recebeu, nesta terça-feira, o sexto transfer ban da Fifa neste ano, por dívida com o Nacional, do Uruguai, pela contratação de Lucas Villalba.
- O clube continua impedido de registrar novos jogadores por tempo indeterminado, devido às punições anteriores por dívidas não quitadas.
- Além de Villalba, o Botafogo tem pendências com o Atlanta United, Ludogorets, New York City e Zenit, relativas a outros jogadores.
- A equipe vive crise financeira: a SAF pediu recuperação judicial e houve venda de jogadores; há expectativa de venda de Danilo e Montoro após a Copa do Mundo de 2026.
- Lucas Villalba, de 24 anos, chegou ao Botafogo por 3 milhões de dólares; até aqui soma 16 jogos, uma assistência e ainda não marcou gols.
O Botafogo sofreu mais um transfer ban decidido pela Fifa nesta terça-feira (9). A punição, a sexta neste ano, decorre de uma dívida pela contratação do atacante Lucas Villalba, junto ao Nacional, do Uruguai. O clube fica impedido de registrar novos atletas por tempo indeterminado.
O montante envolve a negociação de Villalba, de 24 anos, contratado no início do ano por 3 milhões de dólares. O atacante ainda não apareceu com regularidade no time, somando 16 jogos e uma assistência, sem marcar gols.
Além do caso com Villalba, o Glorioso acumula débitos com outros clubes, o que já gerou multas anteriores não quitadas. A soma dessas pendências ajuda a explicar o atual cenário de restrições de transferências.
Situação financeira do clube
O Botafogo vive crise financeira considerada grave. A SAF entrou com pedido de recuperação judicial, e o clube anunciou desinvestimentos recentes de atletas, como Marlon Freitas e Savarino. Espera-se avaliação de venda de Danilo e Montoro após a Copa do Mundo.
Conforme informações oficiais, Villalba foi contratado por 3 milhões de dólares e, até agora, não consolidou uma posição de titular. O atacante participou de 16 partidas, com uma assistência e sem marcar gols.
O Botafogo mantém o foco na reestruturação financeira e no cumprimento de obrigações com credores, enquanto luta para normalizar o registro de novos atletas. A diretiva diz continuar buscando soluções para minimizar impactos da crise.
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