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Delegações de Senegal e Uzbequistão passam por revista em desembarque nos EUA

Desembarques nos Estados Unidos passam por revistas rigorosas, causando atrasos e críticas; Uzbequistão denuncia tratamento desigual, enquanto o México recebe com hospitalidade

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  • Delegações de Senegal e Bélgica enfrentaram revistas rigorosas ao desembarcarem nos Estados Unidos, com revistas individuais, detecção de metal e inspeção de bagagens, gerando atrasos e sem justificativa oficial apresentada até o momento.
  • Um árbitro somaliano, Omar Artan, teve entrada barrada nos EUA após horas de interrogatório, ainda com documentação válida, marcando possibilidade inédita de apitar uma Copa do Mundo.
  • O Uzbequistão denunciou tratamento desigual durante a passagem pelos EUA, relatando revistas minuciosas, uso de cães farejadores e demora sob calor, especialmente antes de amistoso contra a Holanda em Chicago e após na partida em Nova York.
  • Na atuação em campo, o Uzbequistão perdeu por dois a um para a Holanda, com gol de Igor Sergeev; o técnico Fabio Cannavaro reclamou do tratamento específico recebido pela sua equipe.
  • No México, o clima foi o oposto: recepção calorosa para seleções, como a Espanha em Puebla, com apresentações culturais e apoio dos fãs, contrastando com o ambiente de maior controle nos Estados Unidos.

A preparação para a Copa do Mundo de 2026 expõe diferenças marcantes na gestão de delegações estrangeiras nos EUA e no México. Em território norte-americano, nations foram submetidas a revistas rigorosas na chegada, com longas esperas e até impedimentos de entrada. No México, a recepção foi celebratória e calorosa.

Nos EUA, relatos apontam inspeções na pista de desembarque, com detectores de metal e checagens minuciosas de bagagens antes da imigração. A liberação só ocorreu após a conclusão dos procedimentos, gerando atrasos e desconforto entre jogadores, comissões técnicas e árbitros.

O circuito seguiu com outras seleções: Bélgica passou por verificações detalhadas em Chicago, incluindo inspeção de calçados. A arbitragem também enfrentou entraves: o árbitro somaliano Omar Artan, previsto para apitar, foi barrado após horas de interrogatório, apesar de ter documentação válida, segundo a federação do país.

Uzbequistão denuncia tratamento desigual

Ao desembarcar em Chicago para enfrentar a Holanda, o Uzbequististão relatou revistas completas, cães farejadores e longa espera sob calor. Em Nova York, no Estádio Icahn, houve nova rodada de inspeção detalhada antes do duelo sem público.

Técnico Fabio Cannavaro comentou que apenas a delegação uzbeque passou pelo controle intenso, que incluiu verificação de materiais táticos. No campo, a Holanda venceu por 2 a 1, com Igor Sergeev marcando o gol da equipe visitante.

Mesmo com o revés, o Uzbequistão se aproxima da Copa do Mundo pela primeira vez, integrando o Grupo I com Portugal, Colômbia e RD Congo. A estreia está marcada para 17 de junho, na Cidade do México, conforme a organização do torneio.

As autoridades norte-americanas ainda não apresentaram explicações sobre o motivo de procedimentos mais rígidos para algumas delegações, segundo relatos. O episódio contrasta com a recepção vista no México.

Cidade de Puebla recebe seleção espanhola

Enquanto isso, no México, a atmosfera tende à hospitalidade. A Espanha foi recebida em Puebla com apresentações culturais, música e apoio de torcedores, sinal de clima festivo no desembarque. A imprensa local destaca a diferença de abordagem entre os dois países.

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