- O Conselho Deliberativo do Corinthians expulsou três conselheiros na reunião de segunda-feira, 8, no Parque São Jorge: Maria Angela, Paulo Juricic e Ronaldo Fernandez Tomé.
- As expulsões foram decididas pela maioria dos votos dos presentes na sessão. Maria Angela teve 111 votos a favor e 23 contrários; Paulo Juricic, 88 a 22; Ronaldo Fernandez Tomé, 64 a 24.
- Mario Mello Junior tinha análise em pauta, mas passou mal e teve a votação adiada para uma nova reunião ainda sem data definida.
- Os quatro conselheiros são apontados como participantes da invasão ao andar da presidência do clube em 31 de maio de 2025, quando houve tentativa de Augusto Melo reassumir o comando.
- O episódio foi visto por aliados de Osmar Stabile, que assumiu a presidência após o afastamento de Melo, como golpe interno, enquanto outros classificaram como tentativa de retomar o poder. Fonte: ge.
O Conselho Deliberativo do Corinthians expulsou três conselheiros na noite desta segunda-feira, 8, durante reunião realizada no Parque São Jorge. Maria Angela, Paulo Juricic e Ronaldo Fernandez Tomé perderam seus vínculos com o clube. A informação foi confirmada pelo portal ge.
Além disso, a sessão analisaria a situação de Mario Mello Junior, mas o conselheiro passou mal antes do início e recebeu atendimento no ambulatório. O órgão adiou a votação sobre o caso para uma nova reunião, ainda sem data definida.
Os quatro conselheiros respondem pela participação na invasão ao andar da presidência do Corinthians, em 31 de maio de 2025, durante a tentativa de Augusto Melo de retornar ao comando do clube.
Votação e expulsões
Maria Angela recebeu 111 votos favoráveis à expulsão, com 23 contrários. Paulo Juricic teve 88 votos a favor e 22 contra. Ronaldo Fernandez Tomé saiu do quadro com 64 votos a favor e 24 contrários.
Relembre o episódio
O episódio ocorreu em maio de 2025, quando Augusto Melo tentou reassumir a presidência ao lado de apoiadores. Maria Angela de Sousa Ocampos afirmou ter assumido o controle do Conselho Deliberativo e declarou a anulação da votação do impeachment.
Aliados de Osmar Stabile, que preside o clube após o afastamento de Melo, classificaram a ação como golpe dentro do Corinthians. Representantes de Melo afirmam que a movimentação foi parte de disputas internas pela direção.
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