- O Mundial de futebol deste ciclo terá 48 seleções e três países-sede: EUA, Canadá e México.
- Ingressos aparecem como o maior obstáculo financeiro da história da Copa, somado a barreiras políticas com restrições de entrada nos EUA.
- Em campo, a competição marca o possível fim da Era Messi e Cristiano Ronaldo; o Brasil busca o hexa sob cobranças de desempenho.
- No episódio, Guga Chacra fala sobre o clima político nos EUA e a relação entre Gianni Infantino e Donald Trump; André Rizek analisa favoritos, zebras e as chances do Brasil com Carlo Ancelotti.
- Convidados do podcast O Assunto: Guga Chacra e André Rizek, com apresentação de Natuza Nery.
A Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho, cria dois inéditos: 48 seleções e três sedes — Estados Unidos, Canadá e México. Durante pouco mais de um mês, torcedores devem lotar estádios para a maior festa do futebol.
O evento promete marcar o fim da Era de Messi e Cristiano Ronaldo. O Brasil, tricampeão da Copa, busca reconquistar o favoritismo diante de críticas e ceticismo, visando o hexa. A competição mobiliza investimento público e privado, além de organização para o novo formato.
Contexto da Copa
Segundo a cobertura, ingressos aparecem entre os mais caros da história do torneio, gerando barreiras financeiras para fãs. No âmbito político, há relatos de entraves à entrada de torcedores e delegações sob interpretação de políticas de imigração.
Análises e perspectivas
Guga Chacra comenta o cenário político nos EUA, incluindo a relação entre Gianni Infantino, presidente da Fifa, e a administração americana. André Rizek analisa o restante do torneio, com foco nos favoritos, zebras e as possibilidades do Brasil sob Carlo Ancelotti.
Convidados: Guga Chacra, comentarista da Globonews, TV Globo, CBN e O Globo; André Rizek, editor-chefe e apresentador do Seleção Sportv e Fechamento Sportv. O podcast O Assunto é produzido por uma equipe dedicada, com apresentação de Natuza Nery.
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