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Baixa de Wesley é considerada grave e Paquetá pode perder espaço

Lesão de Wesley reduz profundidade pela direita; Paquetá pode perder espaço, e Ancelotti avalia opções para o corredor, como Luiz Henrique ou Raphinha

Imagem: Arte/UOL
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  • A lesão e o corte de Wesley tiram da seleção o único lateral com profundidade, o que pode alterar o desenho do time para a estreia de Ancelotti.
  • A lateral direita fica aberta e há possibilidade de ter um jogador mais defensivo no setor, o que pode fazer Paquetá perder espaço.
  • Entre as opções para o corredor direito, surgem Luiz Henrique, para abrir o corredor, ou Raphinha, que pode atuar com mais liberdade.
  • Casagrande concorda que a ausência de Wesley tira um elemento surpresa e agrava o problema já apontado no lado direito da seleção.
  • Se Danilo ou Ibañez atuarem na lateral direita, a tendência é de um corredor mais protocolar e menos ofensivo, elevando o risco de o setor ficar vazio.

Wesley corta impacto o planejamento da seleção brasileira para o início da temporada. A lesão e o corte tiram da equipe o único lateral com boa profundidade, o que pode exigir mudanças no desenho tático que Carlo Ancelotti vem construindo para a estreia.

Segundo Mauro Cezar Pereira, a ausência de Wesley pode obrigar o técnico a adaptar o corredor direito. O comentarista aponta a possibilidade de Paquetá atuar mais recuado, abrindo espaço para um lateral com função ofensiva no setor, como Luiz Henrique, ou até deslocar Raphinha para essa posição.

Para Casagrande, a saída de Wesley retira o elemento surpresa do ataque da lateral direita e agrava um problema que já existia desde o começo do trabalho. Ele lembra que o planejamento apontava para peças diferentes, mas as opções vão caindo ao longo do tempo.

A análise de Casagrande também indica que, se Danilo ou Ibañez forem escalados na direita, o corredor tende a ficar mais protocolar e menos produtivo. A falta de um ponta aberto comprometeria a profundidade e a velocidade de reação da defesa adversária.

No diagnóstico geral, a tendência é que a lateral direita sofra com menos opções ofensivas, o que aumenta o risco de o setor ficar pouco explorado. A equipe pode depender de ajustes táticos para manter o equilíbrio entre defesa e ataque.

Com a mudança, o treinador terá que definir quem sustenta a ultrapassagem pelo flanco e quem participa da construção ofensiva. A situação pode exigir novas soluções de jogo para o setor direito da seleção.

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