- Fabio Cannavaro, ex-capitão da Itália, nega que a revista de segurança da seleção do Uzbequistão tenha sido excessiva.
- O técnico afirmou que o procedimento visto em Nova York, na véspera do amistoso contra a Holanda, foi padrão.
- A delegação uzbeque passou por checagens na chegada aos EUA, incluindo detectores de metal e cães farejadores.
- Fotografias da abordagem circularam em jornais e redes sociais, gerando controvérsia.
- Cannavaro disse que a organização foi impecável e que as inspeções são normais antes de jogos.
Fabio Cannavaro, ex-capitão da Itália e atual treinador do Uzbequistão, negou que a revista de segurança da delegação uzbeque tenha sido excessiva. O episódio ocorreu em Nova York, na véspera do amistoso contra a Holanda, em 8 de junho de 2026. A abordagem foi descrita como padrão pela equipe, sem indícios de escândalo.
Segundo a organização de segurança dos EUA, a delegação passou por controle semelhante ao aplicado a seleções de Copa do Mundo. A revista ocorreu na chegada ao local do jogo, com uso de detectores de metal e cães farejadores, imagens circulando em jornais e redes sociais.
Cannavaro afirmou, em postagem nas redes sociais, que as inspeções são rotineiras e iguais às feitas aos clubes que disputam o torneio. Ele explicou que, em viagens oficiais, as equipes são direcionadas diretamente à pista, sem passar pelo fluxo de passageiros comum.
O treinador reiterou que as verificações no estádio também são esperadas antes de partidas. Antes do amistoso com a Holanda, houve inspeção no recinto, assim como ocorreu com a delegação uzbeque ao chegar para o jogo. A organização do evento foi descrita como impecável.
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