- A Copa do Mundo, que começa nos EUA, no México e no Canadá, terá recorde de 48 seleções participantes.
- Serão 72 jogos da fase inicial ao longo de cerca de quarenta dias, com dúvidas sobre a qualidade das partidas.
- A ampliação revela mais seleções capazes de desafiar as potências tradicionais, como Marrocos, Gana, Senegal, Japão e Coreia do Sul.
- O contexto geopolítico envolve o retorno de Donald Trump à Casa Branca e tensões com o Irã, além de políticas anti-imigração que afetam torcedores e delegações.
- Um árbitro da Somália foi impedido de entrar nos Estados Unidos para a Copa, ilustrando as questões administrativas do evento.
A Copa do Mundo 2026 começa nesta quinta-feira (11) e se espalha por três países: Estados Unidos, México e Canadá. Será disputada por um recorde de 48 seleções, em um torneio que promete combinar espetáculo, negócio e política. A fase de grupos terá 72 partidas, ao longo de mais de duas semanas, dentro de um evento com duração total de 39 dias.
A ampliação para 48 equipes já gerou questionamentos sobre a qualidade e o apelo das partidas da fase inicial. Em comparação aos mundiais históricos, o aumento representa um tamanho sem precedentes no futebol masculino. Ainda assim, o torneio busca ampliar participação de novas seleções, com temas de competitividade e interesse comercial em jogo.
O caminho até a competição envolve mudanças de cenário geopolítico. O retorno de Donald Trump à presidência dos EUA eleva tensões em torno do evento, especialmente na relação com o Irã. Políticas anti-imigração adotadas pelos EUA também afetam torcedores e equipes de delegações, segundo relatos de imprensa.
A competição ainda envolve incidentes administrativos. Um árbitro oriundo da Somália foi impedido de entrar nos EUA para a Copa, enquanto seu retorno foi destacado como exemplo de como as restrições migratórias impactam a organização.
Entre as mudanças de cenário, o torneio mantém o histórico de contar com seleções que desafiam as tradicionais potências europeias e sul-americanas, inclusive equipes africanas e asiáticas que já obtiveram manter presença constante em edições anteriores.
A organização da Copa do Mundo, guiada pela FIFA, segue enfrentando o desafio de equilibrar o interesse técnico com o alcance global e os aspectos políticos que acompanham o torneio desde a sua origem. A expectativa é que as partidas tragam o enredo esportivo sem abrir espaço para julgamentos político-partidários.
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