- Mais da metade dos adultos nos EUA não pretende assistir aos 104 jogos da Copa do Mundo na TV, e apenas 13% têm certeza de que assistirão.
- A pesquisa mostra variação por idade: a Geração Z demonstra maior entusiasmo, enquanto os Baby Boomers são menos interessados e cerca de metade nunca ouviu falar de Lionel Messi.
- Quase 40% dos entrevistados disseram não ter ouvido nada sobre o torneio; cerca de 30% sabem dos altos preços dos ingressos.
- Grandes marcas apostam na publicidade, com Coca‑Cola liderando o reconhecimento, seguidas por Nike e Adidas; os jogos serão transmitidos pela Fox e pela Telemundo.
- Sinais iniciais de demanda abaixo do esperado: companhias aéreas reduziram voos para a Copa e a Shake Shack revisou para baixo suas previsões de vendas. Além disso, quase 60% das famílias não pretendem gastar com a Copa.
O interesse dos norte-americanos pela Copa do Mundo, que acontece pela primeira vez em três décadas com jogos nos EUA, México e Canadá, não corresponde à expectativa. Mais da metade dos adultos disse que é improvável acompanhar os 104 jogos pela TV, enquanto apenas 13% têm certeza de que assistirão, segundo a Morning Consult encomendada pela Bloomberg.
Entre os dados da pesquisa, 39% afirmaram não ter ouvido falar nada sobre o torneio. A geração Z mostrou maior entusiasmo, ao passo que os Baby Boomers revelaram menor familiaridade com o evento, com cerca de metade desconhecendo o astro Lionel Messi.
Desempenho de marca e percepção pública
A pesquisa aponta que o que mais chamou a atenção do público foram os preços dos ingressos, citados por quase 30% dos respondentes. Investigações estaduais e pedidos de redução de preços ganharam espaço entre discussões sobre a distribuição de ingressos.
Grandes marcas apostaram em publicidade para a Copa, com McDonald’s, Verizon e Coca-Cola entre as divulgadoras oficiais, além de ações durante as transmissões pela Fox e pela Telemundo. Entre as empresas, a Coca-Cola lidera o reconhecimento, seguida pela Nike e pela Adidas.
Expectativas de público e impactos econômicos
Antes do início do torneio, sinais de demanda menos expressiva surgiram: companhias aéreas reduziram voos para viajantes da Copa e anunciantes em cidades-sede ficaram menos ativos. A Shake Shack, sem vínculo oficial com o evento, revisou suas perspectivas de venda trimestral para evitar impacto do torneio.
Segundo Rob Lynch, CEO da Shake Shack, houve queda de demanda de turistas em várias grandes cidades nas semanas anteriores ao kickoff, o que afeta tráfego e faturamento local. A pesquisa aponta ainda que quase 60% dos entrevistados disseram que suas famílias não planejam gastar com a Copa.
Considerações finais sobre o cenário atual
Em meio a esses números, a solenidade de abertura e a organização do evento seguem, com os EUA como sede, e a transmissão prevista pela Fox e pela Telemundo. A pesquisa ressalta o desafio de engajar o público americano diante de custos, distribuição de ingressos e coberturas inicializadas por cobertura midiática negativa.
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