- Ecuador se destacou pela defesa sólida, com uma sequência de 15 jogos sem perder e titulares na Champions League, sob comando de Sebastián Beccacece, o que a coloca como possível surpresa do torneio.
- Mesmo com poucas metas marcadas no classificatório, a equipe depende de Enner Valencia para gols, buscando converter empates em vitórias na fase de mata-mata.
- Japão, após avanços consistentes, amadurece a cada edição e chega confiante de que pode superar a barreira das oitavas, apoiado por um elenco experiente e técnico de longo prazo.
- Noruega chega com uma equipe jovem e veloz, liderada por Haaland e Ødegaard, tendo feito uma qualificatória dominante e buscando surpreender, apesar de enfrentar grupo duro.
- O ataque da Noruega é promissor, com apoio de Sørloth, Nusa, Bobb e Schjelderup, mas a defesa precisa se firmar contra seleções de alto nível para seguir adiante.
Ecuador, Japão e Noruega aparecem como candidatas-surpresa ao pódio neste Mundial, desafiando a ordem estabelecida. O grupo conta com 48 seleções, e essas três chegam com projetos distintos, baseados em defesa sólida, transições rápidas e ambição ofensiva. O objetivo é avançar além da fase de grupos pela primeira vez.
Ecuador aposta na solidez defensiva e na experiência de uma geração orientada por Sebastián Beccacece. A equipe manteve uma série de 15 jogos sem perder e terminou a qualificação com apenas cinco gols sofridos em 18 partidas. A expectativa é vencer mais do que empatar e ampliar a pressão sobre adversários sul-americanos.
A equipe também depende de um ataque eficiente, encabeçado por Enner Valencia, que anotou seis gols na qualificatória para a Copa. O técnico ressalta que, em knockout, o essencial é marcar um pouco mais que o oponente, deixando a defesa bem organizada como diferencial.
Ecuador
No Parque de Defesa, a solidez de Moisés Caicedo, Piero Hincapié e Willian Pacho é destacada, com a meta de manter a linha baixa e difícil de superar. A ordem tática de Beccacece tem resultado: poucos gols sofridos e fases decisivas mais controladas, mesmo sem explosões ofensivas constantes.
Japão
A seleção japonesa busca a quebra de uma má fase nas oitavas de final, repetidamente vencidas em torneios recentes, mas sem chegar às quartas. Em 2022, houve derrota nos pênaltis para a Croácia; em 2018, a eliminação veio diante da Bélgica. A motivação é clara: avançar além das oitavas.
Treinador Hajime Moriyasu mantém a confiança do grupo e ressalta o desejo de vencer a Copa do Mundo. A equipe traz experiência de 13 jogadores remanescentes de 2022, com Kaká mitoma e Minamino entre as ausências por lesão. Takefusa Kubo, Daichi Kamada, Daizen Maeda e Ayase Ueda aparecem como pilares.
Japão
O elenco japonês chega a um grupo com Holanda, Suécia e Tunísia, pronto para o alto ritmo de jogo e a pressão coletiva. A ideia é manter o ritmo intenso, apostar na coesão e explorar contra-ataques rápidos para transformar partidas em vitórias.
Noruega entra com a dupla Haaland e Ødegaard como carro-chefe, em busca de uma participação histórica desde 1998. A seleção venceu todas as partidas da fase de qualificação europeia, marcou 37 gols e sofreu apenas cinco, destacando a força ofensiva e a solidez defensiva.
Noruega
Ståle Solbakken montou um time capaz de criar perigo de várias formas, com jogadas por fora, transições rápidas e bom aproveitamento de bolas aéreas. Haaland chegou aos 16 gols na fase de qualificação, igualando recordes, e Ødegaard lidera assistências. O grupo também conta com Alexander Sørloth, Antonio Nusa, Oscar Bobb e Andreas Schjelderup.
Apesar do favoritismo externo não ser alto, a defesa precisa manter o nível diante de seleções fortes. A experiência internacional ainda é limitada para boa parte do elenco, mas o conjunto mostra capacidade de competir pelo menos até as fases eliminatórias. Fonte: WhoScored.
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