- Ricardo Rocha, ex-zagueiro da seleção brasileira, foi detido no Galeão na manhã de quarta-feira, 10 de junho, por mandado de prisão civil relacionado a pensão alimentícia.
- O débito soma R$ 2.414,57, com atualização mais recente em dezembro de 2024, e o mandado previa até 45 dias de prisão caso não fosse regularizado.
- A defesa afirmou que a medida foi revogada pela Justiça poucas horas após a repercussão do caso, restabelecendo a normalidade da agenda do ex-jogador.
- Rocha seguia para os Estados Unidos para participação na cobertura da Copa do Mundo, segundo informações.
- A disputa judicial envolve a filha Victória Valente, com desdobramentos sobre pensão, convivência familiar e custos educacionais, com a defesa alegando cumprimento integral das obrigações.
O ex-jogador Ricardo Rocha, tetracampeão mundial pela Seleção Brasileira em 1994, foi detido nesta quarta-feira no Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro. Ele se preparava para viajar aos Estados Unidos para cobertura da Copa do Mundo.
A prisão ocorreu por mandado civil expedido pela 16ª Vara de Família de Fortaleza, relacionado a uma dívida de pensão alimentícia de R$ 2.414,57, com atualização até dezembro de 2024. O mandado previa 45 dias de prisão caso não houvesse regularização.
A informação inicial foi veiculada pelo Metrópoles e, horas depois, a defesa afirmou que a medida foi revogada pela Justiça. A detenção entremeou agenda profissional do ex-jogador, que já havia sido alvo de disputas judiciais envolvendo a filha Victória Valente.
Defesa afirma que medida foi revogada
Em nota oficial, a defesa disse que houve divergência sobre valores do cumprimento da decisão e que os esclarecimentos foram apresentados ao Poder Judiciário. A revogação foi anunciada após a análise dos relatos.
Segundo a nota, Ricardo Rocha lamenta a divulgação prematura de informações protegidas por segredo de justiça. O ex-jogador afirma que sempre cumpriu as obrigações legais e permanece à disposição da Justiça para esclarecimentos.
A disputa judicial envolvendo Victória Valente ganhou notoriedade desde 2024, quando o reconhecimento da paternidade foi reconhecido no âmbito judicial. O processo envolveu pensão, convivência e encargos financeiros, com diferentes versões entre as partes.
A defesa sustenta que os pagamentos estão dentro dos parâmetros determinados pela Justiça. Além disso, afirma que a internação da jovem em clínica psiquiátrica e os custos com educação já estavam contemplados na pensão.
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