- A Fifa pediu mudanças no uniforme do Haiti por conter uma ilustração associada à independência, considerada mensagem política.
- A fornecedora Saeta afirmou que o design homenageia homens e mulheres que constroem o futuro do Haiti, não sendo uma declaração política; ajustes foram feitos conforme orientação da Fifa.
- A Federação Haitiana de Futebol participou do processo de produção do uniforme, que já era usado em amistosos e passou a ser avaliado para a Copa do Mundo.
- Na redes sociais, houve polêmica sobre a imagem da bandeira; a Saeta explicou que se refere à bandeira do Haiti após a independência, em 1804, e não à Polônia.
- O Haiti disputa pela primeira vez uma Copa do Mundo de futebol.
A Fifa pediu mudanças no uniforme do Haiti, que disputa pela primeira vez uma Copa do Mundo. A entidade alegou que a ilustração presente na camisa possui uma mensagem de cunho político, o que não estaria conforme os regulamentos de equipamentos.
A fornecedora Saeta afirmou, em comunicado divulgado nesta terça-feira, 9, que o design foi criado em parceria com a Federação Haitiana de Futebol. Segundo a marca, a peça homenageia homens e mulheres que constroem o futuro do Haiti, e não representa uma posição política.
A Saeta explicou que o processo de aprovação acompanhou as normas da Fifa. Após revisão, a instituição pediu alterações no visual, e a marca afirmou ter atendido aos requisitos finais.
A peça gerou também controvérsia nas redes sociais, com usuários levantando a possibilidade de a bandeira retratada não ser a do Haiti. A associação haitiana garante que o desenho faz referência à bandeira adotada após a independência, em 1804, e não à Polônia.
A disputa envolve ainda a leitura de símbolos históricos do país. A Fifa não detalhou quais elementos seriam interpretados de forma diferente, nem quais mudanças específicas foram solicitadas.
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