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Infantino comenta decisão dos EUA de barrar árbitro

Infantino minimiza caso do árbitro somali barrado nos EUA e destaca esforço da Fifa para resolver sem confronto com governos

Gianni Infantino, durante entrevista coletiva no Estádio Azteca, na Cidade do México
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  • O presidente da FIFA, Gianni Infantino, minimizou o caso do árbitro somali Omar Artan, impedido de entrar nos Estados Unidos, mesmo sendo indicado para atuar na Copa do Mundo.
  • Em entrevista no Estádio Azteca, na Cidade do México, ele disse que a organização procura soluções e nem sempre é preciso gritar para obter resultados.
  • Infantino afirmou que não somos os reis do mundo, ressaltando que a FIFA é uma organização esportiva que trabalha com os meios disponíveis para realizar o máximo possível.
  • O mandatário agradeceu aos chefes de Estado Claudia Sheinbaum Pardo, do México, Donald Trump, dos Estados Unidos, e Mark Carney, do Canadá, antes de responder perguntas da coletiva.
  • Sobre a participação do Irã e a venda de ingressos, ele destacou que o Irã foi mantido na Copa e comparou os preços com os playoffs da NBA, dizendo que o ingresso mais barato é US$ 60 e que a final da NBA tem grande audiência; a Copa é vista por cerca de 6 bilhões.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, comentou o caso do árbitro somali Omar Artan, impedido de entrar nos EUA para atuar na Copa do Mundo. O dirigente afirmou que a entidade busca sempre uma solução, sem adotar postura de confronto com governos.

Ele ressaltou que a organização não detém poder político para impor decisões, destacando que a Fifa é uma entidade esportiva e trabalha com os meios disponíveis para viabilizar a competição.

Durante entrevista coletiva no Estádio Azteca, na Cidade do México, Infantino agradeceu aos chefes de Estado Claudia Sheinbaum Pardo, do México, Donald Trump, dos EUA, e Mark Carney, do Canadá, pelas respectivas atuações junto à organização.

Contexto e temas centrais

O mandatário minimizou três questões consideradas centrais às vésperas da competição: a seleção iraniana, o árbitro somali e a venda de ingressos. Segundo ele, o objetivo é manter o foco no torneio e em seus pilares esportivos.

Sobre o Irã, Infantino disse estar satisfeito com a participação do país na Copa e ressaltou o papel do evento em promover momentos de convivência entre as pessoas, mesmo diante de realidades distintas.

Quanto ao árbitro barrado, o presidente reiterou que a Fifa busca resolver os entraves com diálogo e meios institucionais, sem culpar terceiros ou alimentar tensões.

Ingressos e alcance da Copa

Ao tratar de preços, Infantino comparou as tarifas mais baratas com valores de playoffs da NBA, afirmando que o ingresso mínimo de US$ 60 é inferior a muitos jogos de séries da liga norte-americana. Ele também citou que o preço médio estaria abaixo da média de admissões de playoffs, segundo dados citados por ele.

Relatos do dirigente indicam ainda que a Copa do Mundo alcança audiências amplas, com a transmissão global prevista para atrair bilhões de espectadores, segundo a fala de Infantino.

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