- Nick Miller classifica as 48 camisas away do Mundial de 2026, do pior ao melhor.
- As peças refletem culturas diversas e trazem inspirações variadas, de Star Wars a padrões inkblot.
- Entre as melhores, aparecem Brasil (cores vibrantes), Portugal (visual moderno e minimalista) e Argentina (homenagem à história do futebol).
- Algumas camisas despertaram controvérsia, especialmente as inkblot e as temáticas de ficção científica.
- As camisas são parte da experiência do Mundial, representando criatividade e diversidade da cultura do futebol.
O Ranking das camisas away da Copa do Mundo 2026 revisa as 48 opções usadas pelas seleções durante o torneio, com análise de Nick Miller da The Athletic. A nota vai do pior ao melhor, considerando design, inspiração e apelo visual.
Miller avalia as camisas com foco no que cada clube transmite culturalmente e na execução técnica. Entre os temas, aparecem referências a Star Wars, padrões tipo inkblot e linguagem esportiva contemporânea.
Entre os destaques, Brasil, Portugal e Argentina aparecem entre os primeiros, com propostas que combinam tradição e modernidade. As peças são comentadas por sua identidade visual e pela forma como evocam a história de cada seleção.
Tendências e controvérsias
Alguns modelos geram debate entre fãs e designers, especialmente as opções com inkblots pela abstração e as inspiradas em ficção científica pela ousadia. A recepção varia conforme a percepção de cada público.
Desempenho ao longo do ranking
Ao lado dos mais bem avaliados, há camisas que ocupam posições inferiores pela execução ou pela falta de consistência nas cores. O estudo busca oferecer uma visão objetiva sobre cada escolha.
A análise completa de Miller identifica padrões de design que marcam a edição 2026, reforçando o papel das camisas como símbolo de identidade nacional. O ranking serve como referência para fãs e especialistas.
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