- Raphinha admite ter chegado imaturo em 2022 e diz estar bem mais preparado para a Copa do Mundo de 2026, com estreia marcada contra Marrocos.
- Ressalta que está aberto às escolhas táticas de Carlo Ancelotti e pode atuar pela direita ou por dentro, conforme o pedido do treinador.
- Icônico ao falar de equilíbrio, afirma que apenas ataque não basta; a defesa sólida é essencial para ter chance de título.
- Enfatiza a cobrança por resultados na seleção e o papel de proteger os jovens Endrick e Rayan diante de críticas externas.
- Comenta sobre o ambiente do grupo, a rotina de concentração e a confiança do elenco na busca pelo hexa em 2026.
Raphinha encara a Copa do Mundo de 2026 com nova postura mental e tática. O atacante, que treinou em New Jersey, analisa a evolução desde 2022 e diz estar mais preparado para a pressão que envolve vestir a camisa da Seleção. A estreia está programada para sábado contra Marrocos, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium.
O jogador destaca aprendizado recente: reconhece ter chegado imaturo à Copa passada e admite que o processo de adaptação foi mais intenso no futebol espanhol na época. Hoje, afirma que a responsabilidade de defender o que o Brasil construiu pesará menos se houver preparo.
Raphinha também enfatiza flexibilidade tática. Embora tenha posição privilegiada pela direita, está aberto a funções diversas conforme o pedido do técnico Carlo Ancelotti na preparação para o torneio. A função de interior, conforme ele explica, pode variar conforme as necessidades do jogo.
A relação com Ancelotti é mencionada como inspiradora. O gaúcho relembra a rivalidade entre os times que o italiano comandou e afirma que pretende retribuir com desempenho, tanto em treinos quanto em partidas, para ajudar o grupo a alcançar o hexa.
Além do aspecto técnico, o envolvimento com a equipe aparece na proteção aos jovens, Endrick e Rayan, diante de cobranças externas e críticas nas redes sociais. O jogador ressalta a necessidade de blindagem para manter foco e evitar frustrações.
Rotina e preparação são descritas com detalhes. O dia a dia na concentração envolve treino, fisioterapia, sessões de recuperação e momentos de descanso, com atividades leves para manter o equilíbrio entre foco e ambiente descontraído.
Sobre o desempenho coletivo, Raphinha aponta que o Brasil não pode depender apenas do ataque. O equilíbrio entre defesa sólida e ataque eficaz é visto como essencial para aumentar as chances de título, segundo o atacante.
Em relação à pressão, ele compara a experiência atual com a de 2022, afirmando estar menos imerso na imaturidade anterior. Ainda assim, ressalta que vestir a camisa da seleção traz cobrança, que deve ser encarada com preparo contínuo em clubes e na seleção.
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