- Raphinha, atacante do Barcelona, reconhece que é mais querido pela torcida do clube catalão do que pela brasileira.
- O jogador se coloca como um dos candidatos a resolver a Copa, destacando que pode chegar mais perto do que o que ocorre nos clubes.
- A seleção brasileira estreia no Mundial de 2026 no próximo sábado, dia 13.
- O técnico Carlo Ancelotti elogiou o atacante, e Raphinha se vê entre os atletas experientes que podem decidir a Copa.
- Ele afirma que está disposto a jogar até sem gols ou assistências se for para vencer o torneio.
Raphinha, atacante de 29 anos, encara o desafio de conquistar a preferência da torcida brasileira enquanto segue sua trajetória no Barcelona. O jogador reconhece que o carinho no Brasil é menor do que o que recebe no clube europeu, mas acredita que pode mudar esse cenário com atuações pela seleção.
Ele lembra que não tem fortes laços com clubes brasileiros, o que atrapalha a identificação com o público nacional. Mesmo assim, vê a Copa do Mundo como oportunidade para ampliar o vínculo com os brasileiros e destacar seu papel na equipe.
O Brasil entra na Copa do Mundo de 2026 com Raphinha na lista de prováveis decisores. O jogador ressalta que já entregou contribuições relevantes pela seleção, mas admite que o nível de cobrança é diferente entre clubes e seleção, especialmente após sentir amadurecimento em 2022.
Desempenho, experiência e planos
No Barcelona, ele trabalha com a preparação para assumir papel de destaque e acredita ter ganhado maturidade para as fases de decisão. O técnico atual, Carlo Ancelotti, reconhece o potencial do atleta como parte de um grupo experiente capaz de resolver jogos.
Raphinha citou a importância da experiência de colegas mais jovens e de jogadores com trajetória internacional para a promoção de resultados importantes. Ele se coloca entre os atletas que podem definir a Copa, sem exclusividade de posição ou função.
O atacante afirma buscar participação direta ou indireta em ao menos um gol por jogo, mas admite que pode aceitar circunscrições caso a meta seja vencimento do torneio. O objetivo permanece: a vitória da seleção, independentemente de gols ou assistências.
Em Morristown, treinos com a delegação brasileira reforçam a crença de que o time está preparado para o desafio. Raphinha participa de atividades ao lado de companheiros e da comissão técnica, mantendo o foco na estratégia para o torneio.
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