- Wilton Pereira Sampaio vai apitar a abertura da Copa do Mundo de 2026, entre México e África do Sul, com assistentes Bruno Pires e Bruno Boschilia.
- Pela primeira vez, uma abertura de Copas fica a cargo de um árbitro brasileiro, visto como símbolo do prestígio atual dos brasileiros na Fifa.
- A escolha ocorre em meio a mudanças na arbitragem brasileira, com a demissão de Rodrigo Cintra e a nomeação de Sandro Meira Ricci para chefiar a comissão nacional.
- Wilton e Ramon Abatti Abel atuaram no Mundial de Clubes, com destaque para as atuações de Abatti nas quartas de final; Claus foi o terceiro árbitro central escalado para a Copa.
- A avaliação de desempenho dos árbitros brasileiros no exterior é citada como menos pressão em jogos fora do Brasil, avaliando que as primeiras impressões dependem do primeiro jogo, marcado para quinta-feira, às 16h (horário de Brasília).
Wilton Pereira Sampaio foi escolhido para apitar a partida de abertura da Copa 2026, entre México e África do Sul. Bruno Pires e Bruno Boschilia serão os assistentes. O jogo marca pela primeira vez uma arbitragem brasileira na cerimônia inicial do torneio. A decisão reforça a valorização do desempenho dos brasileiros no cenário internacional da Fifa.
A escolha ocorre em meio a uma visão de prestígio para o Brasil na arbitragem, associada ao trabalho técnico e físico dos árbitros brasileiros no exterior. A decisão também coincidiu com mudanças na CBF, que demitiu Rodrigo Cintra do comando da comissão nacional e nomeou Sandro Meira Ricci no posto.
Arbitragem brasileira na Copa 2026
Ainda em evidência, Wilton já acumula participações em Copas e integra, para 2026, o grupo de árbitros centrais escolhidos pela Fifa, com Raphael Claus como terceiro árbitro central. Wilton teve atuação em Mundiais de Clubes, incluindo PSG x Inter Miami, e o mundo observa a continuidade de sua atuação em campo.
Histórico recente e cenário nacional
Abatti Abel, outro árbitro brasileiro, também foi utilizado em fases relevantes do Mundial de Clubes, mantendo posição de destaque. No Brasil, a atuação de árbitros locais segue sob escrutínio devido a polêmicas apontadas por rivais, o que alimenta o debate sobre pressão e desempenho doméstico.
Entre na conversa da comunidade