- Omar Artan, árbitro somali, teve a entrada negada nos Estados Unidos e não apitará a Copa do Mundo.
- A Uefa anunciou que ele comandará a final da Super Taça em 12 de agosto, entre Paris Saint‑Germain e Aston Villa, em Salzburgo.
- A decisão ocorreu após a controvérsia envolvendo a proibição de entrada dos EUA, com o tema ligado à lista de países sob restrições de viagem.
- A Uefa disse ter conversado com a Confederação Africana de Futebol (CAF) para confirmar a nomeação de Artan.
- Artan recebeu boas-vindas em Mogadíscio, onde milhares de pessoas o saudaram após retornar ao país.
Omar Artan, árbitro somali reconhecido na África, foi impedido de atuar na Copa do Mundo dos EUA. A UEFA anunciou que ele comandará a final da Super Copa, em 12 de agosto, em Salzburgo, entre Paris Saint‑Germain e Aston Villa.
Artan foi barrado na entrada dos EUA, com a justificativa de que não podia ingressar por questões de política migratória. O protocolo envolve a lista de países com restrições de viagem do governo americano.
A Organização envolve a CAF, que apoiou a decisão da UEFA. O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, agradeceu ao apoio de Patrice Motsepe, presidente da CAF, pela iniciativa que reconhece o talento de Artan.
Artan recebeu, na saída do aeroporto, uma recepção de milhares de pessoas na capital Mogadíscio. Somalis celebrarão o reconhecimento internacional do árbitro, visto como destaque do futebol africano.
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