- Minutos antes do apito inicial da Copa do Mundo de 2026, o Estádio Azteca, na Cidade do México, recebeu a performance ao vivo de DNA com David Guetta, Andrea Bocelli e EJAE, antes de México versus África do Sul pelo Grupo B.
- A apresentação reuniu três universos musicais distintos — eletrônica, lirismo clássico e R&B — refletindo a proposta de diversidade do torneio.
- DNA foi criado para representar a diversidade da Copa, que envolve México, Estados Unidos e Canadá como países-sede, com quarenta e oito seleções participantes.
- A performance repercutiu nas redes sociais, destacando a participação de Bocelli e a sonoridade marcante da apresentação.
- O duelo seguinte, entre México e África do Sul, abriu a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.
Minutos antes do apito inicial do primeiro jogo da Copa do Mundo 2026, o Estádio Azteca, na Cidade do México, hospedou uma apresentação especial. David Guetta, Andrea Bocelli e EJAE subiram ao campo para interpretar DNA, a música oficial do torneio. A apresentação abriu a fase de grupos, cuja sede envolve México, Estados Unidos e Canadá.
DNA foi criado para simbolizar a diversidade do Mundial. Guetta traz a eletrônica, Bocelli representa o lirismo clássico e EJAE a voz contemporânea do R&B. A escolha reflete a proposta de uma competição global, com 48 seleções participantes.
A performance foi transmitida globalmente e gerou reação nas redes sociais, destacando Bocelli pela projeção vocal que preencheu o estádio. A união de estilos distintos chamou atenção de fãs de diferentes gerações e gêneros.
Abertura musical
O evento de abertura associou o intuito de internacionalização do torneio a uma experiência sonora diversa, anunciando o tom da edição 2026. A FIFA destacou a trilha sonora como parte de uma estratégia de alcance mundial.
O duelo seguinte, válido pelo Grupo B, ficou entre México e África do Sul. O Azteca já sediou finais de Copa do Mundo, em 1970 e 1986, e voltou a receber um momento histórico do futebol mundial.
Entre na conversa da comunidade