- A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11, com 48 seleções e 39 dias de competição, ocorrendo no Canadá, Estados Unidos e México.
- CEOs de grandes empresas discutem palpites para a final, apontando Brasil e França como finalistas, com vitória brasileira segundo alguns deles.
- Diego Barreto, CEO do iFood, participa das trocas de figurinhas, e a empresa foi destaque por entrar para o Guinness com a maior troca de figurinhas do mundo.
- A Totvs promove trocas de figurinhas entre colegas na hora do almoço e já venceu um campeonato interno de figurinhas, segundo o CEO Dennis Herszkowicz.
- Alguns executivos não assumem palpite claro, mencionando Argentina vs. Brasil ou Brasil vs. Espanha como cenários alternativos, sem consenso entre os líderes.
Dois eixos chamam a atenção neste início de Copa: executivos de grandes empresas, que costumam atuar nos escritórios, agora dedicam tempo ao álbum de figurinhas da competição e promovem trocas entre funcionários. O torneio começa nesta quinta-feira, dia 11, com 48 seleções.
Entre os nomes destacados estão Rodrigo Cannaval, Beto Abreu, Diego Barreto, Licio Cintra, Gustavo Pimenta, Dennis Herszkowicz e Rodrigo Visentini. Eles participam de ações relacionadas ao álbum, além de sugerirem apostas para o torneio que se prolonga por 39 dias.
Dennis Herszkowicz, CEO da Totvs, lidera uma equipe de 13 mil funcionários com operações em mais de 40 países. Ele diz ter completado o álbum e auxilia os filhos na mesma tarefa, mantendo o foco em trocas de figurinhas, não em indicadores financeiros.
Diego Barreto, do iFood, figura entre os protagonistas de uma campanha que mira a celebração mundial da Copa. A empresa virou referência ao promover o recorde de maior troca de figurinhas já registrado, segundo registros oficiais.
A Totvs mantém até mesmo um campeonato interno de figurinhas, vencido no ano anterior, conforme declarações do executivo. A prática ocorre durante a pausa do almoço, servindo como símbolo de cultura corporativa criativa.
Aposta e análise de técnicos
Alberto Griselli, presidente da TIM Brasil, indica confiança em Carlo Ancelotti para conduzir o Brasil. Ele aposta que a final terá Brasil contra França, com o time brasileiro levando o troféu, destacando uma leitura técnica sobre o papel do treinador.
Na linha de perspectivas, executivos avaliam cenários distintos. Beto Abreu, presidente da Suzano, e Gustavo Pimenta, da Vale, julgam provável a final entre Brasil e Argentina; outros citam França como adversário final. A diversidade de apostas reflete hábitos de gestão com foco em dados.
Kylian Mbappé e Ousmane Dembélé aparecem como símbolos de possíveis favoritos, segundo as leituras de alguns CEOs. Em contrapartida, Rafael Lucchesi, da Dasa, aponta França contra Espanha na decisão, com os espanhóis campeões.
Começo da competição e encerramento do texto
A Copa do Mundo 2026 terá início nesta quinta-feira, com a participação de 48 seleções e o formato de 39 dias de disputa. A competição acontece em Canadá, Estados Unidos e México, consolidando o maior torneio de futebol mundial. Fonte das avaliações: entrevistas com executivos e cobertura de eventos de divulgação.
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