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Marqueteiro ligado ao MBL é acusado de racismo contra Vini Jr.

Eduardo Bisotto é alvo de acusações de racismo contra Vini Jr.; transmissão foi retirada do ar e ele afirma que haverá resposta na Justiça

Imagem colorida, "Mono": marqueteiro ligado ao MBL é acusado de racismo contra Vini Jr. - Metrópoles
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  • O marqueteiro Eduardo Bisotto, ligado ao Missão e ao Movimento Brasil Livre (MBL), é acusado de racismo após supostamente chamar Vini Jr. de “mono” durante uma transmissão ao vivo.
  • O episódio ocorreu no último fim de semana, durante análise da partida Brasil x Egito, irmã da preparação para a Copa do Mundo de 2026, e o vídeo foi retirado do ar após viralizar.
  • Na declaração polêmica, Bisotto também afirmou que a atuação de Vini Jr. era marcada por “incapacidade cognitiva” e soltou o xingamento “vamos, ô mono”.
  • Bisotto publicou um texto no X dizendo que não vai pedir desculpas e que as acusações são injustas, afirmando que pretende levar a disputa para a Justiça e sustenta que não tem histórico de racismo.
  • Em entrevista, ele negou ser marqueteiro do MBL, citou apoio público a figuras como Lewis Hamilton e disse que continuará defendendo sua posição, assegurando que quem o acusar terá oportunidade de comprovar na Justiça.

O marqueteiro e comentarista Eduardo Bisotto, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL) e à legenda Missão, é alvo de críticas após o surgimento de um vídeo em que supostamente chama Vini Jr. de mono durante uma transmissão ao vivo. O trecho circulou nesta semana, gerando reação nas redes.

O episódio ocorreu no fim de semana, durante o amistoso entre Brasil e Egito, último jogo da seleção antes da Copa do Mundo de 2026. A transmissão original foi retirada do ar após a viralização do conteúdo.

Bisotto nega ligação profissional com o MBL e afirma que as acusações são injustas, prometendo tomar medidas legais. Em publicação no X, ele disse que não pedirá desculpas e que o tema será discutido na Justiça, afirmando que enfrentará quem o acusa.

Repercussão e resposta de Bisotto

Segundo o comentarista, as críticas têm motivação política e ele sustenta não possuir histórico de racismo. Ele ressaltou que já criticou outros atletas de forma institucional e mencionou apoio a figuras públicas e causas diversas para contextualizar seu posicionamento.

A comunicação pública de Bisotto incluiu afirmação de que não há relação de trabalho com o MBL e que críticas devem ser avaliadas pela Justiça. Ele ainda afirmou que enfrentará qualquer acusação, reiterando a intenção de usar os meios legais apropriados.

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